Prêmio já foi parar no STJ

Antes, os vencedores de apostas coletivas dependiam da boa-fé dos colegas e do registro correto do bilhete. No caso mais grave, em fevereiro de 2010, uma funcionária de lotérica em Nova Hamburgo (RS) esqueceu de registrar o bolão, que seria ganhador da Mega-Sena.

O Estado de S.Paulo

02 Outubro 2012 | 03h08

Em 2007, o marceneiro catarinense Flávio Junior Biass entrou na Justiça contra o ex-patrão, o madeireiro Altamir da Igreja, por um prêmio de R$ 27,7 milhões da Mega. Segundo Flávio, a aposta foi feita em conjunto, mas Altamir ficou com o dinheiro. O STJ determinou a divisão do prêmio.

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