Fábio Arantes/Secom
Fábio Arantes/Secom

Ciclofaixa de lazer será reativada em novembro, diz Prefeitura

Gestão Bruno Covas recebeu duas propostas para contrato emergencial, mas empresa que ofereceu menor preço em sete dos nove trechos foi desclassificada nesta terça, 8

Redação, O Estado de S.Paulo

07 de outubro de 2019 | 18h37
Atualizado 11 de novembro de 2019 | 09h52

SÃO PAULO - A Prefeitura de São Paulo divulgou na segunda-feira, 7, ter recebido duas propostas de interessados em operar de forma emergencial os 117 quilômetros do programa Ciclofaixa de Lazer. A empresa que ofereceu o menor valor para sete dos nove trechos foi, contudo, desclassificada neste terça-feira, 8. Suspenso desde o fim de agosto por falta de patrocínio, o serviço deve ser retomado no início de novembro, com recursos da gestão Bruno Covas (PSDB).

Com a mudança, o valor dos contratos emergenciais deve subir de R$ 326 mil para R$ 384 mil, com vigência de 90 dias. A Inovia havia oferecido menor valor em sete trechos. Segundo a Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes, a empresa foi desclassificada por não cumprir o item do edital em que deveria descrever "a infraestrutura de pessoal técnico e equipamentos disponíveis para a execução do projeto, considerando o material mínimo descrito".  Ela terá cinco dias úteis para recorrer.

A empresa DKS ofereceu melhor preço pelos demais dois trechos. Caso a Inovia não tenha recurso acatado, a DKS também será responsável pelos demais trechos. 

O contrato emergencial terá vigência de 90 dias contados da data de sua assinatura, podendo ser prorrogado ou rescindido antes do prazo fixado, caso haja a celebração do termo de cooperação, que está em fase de aprovação, e início da respectiva operação.

O programa estava sem patrocínio desde o fim de agosto, quando a Bradesco Seguros encerrou o contrato com a Prefeitura. Desde então, a ciclofaixa de lazer está com a operação temporariamente suspensa. A Secretaria de Mobilidade e Transportes abriu processo para a contratação emergencial do serviço no dia 26 de agosto.

As ciclofaixas de lazer funcionavam aos domingos e feriados, das 7 às 16horas. São Paulo conta com 473 quilômetros de ciclovias permanentes.

Veja abaixo as propostas duas empresas:

1) Trecho Paulista/Jabaquara - 18.616 metros

Inovia – R$ 53.135,59

DKS -  R$ 71.435,68

2) Trecho Paulista/Centro - 16.204 metros

Inovia – R$ 46.144,07

DKS - R$ 59.977,31

3) Trecho Jabaquara/Pq. Ibirapuera - 10.252 metros

Inovia – R$ 29.364,41

DKS - R$ 34.942,35

4) Trecho Pq. Ibirapuera/Pq. do Povo - 7.902 metros

Inovia – R$ 22.372,88

DKS -  R$ 28.922,91

5) Trecho Pq do Povo/Pq. Villa Lobos - 15.018 metros

DKS – R$ 37.874,05

6) Trecho Pq. Ibirapuera/Sumaré - 8.542 metros

Inovia – R$ 24.050,85

DKS - R$ 27.397,82

7) Trecho Pq. do Chuvisco/Pq. do Povo - 13.488 metros

DKS – R$ 36.263,35

8) Trecho Zona Norte - 8.316 metros

Inovia – R$ 23.771,19

DKS - R$ 30.197,03

9) Trecho Zona Leste  - 19.154 metros

 Inovia – 53.694,92

DKS - R$ 57.174,52

Custo total por ativação: R$ 384.185,02

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