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Prefeitura quer proibir estacionamento em ruas movimentadas

Em menos de 15 dias, os motoristas de São Paulo viram a cidade quebrar cinco recordes de lentidão

da Redação, estadao.com.br

13 de março de 2008 | 14h57

Depois de a cidade de São Paulo ter quebrado pelo menos cinco recordes de congestionamento em 15 dias e ter chegado perto de alcançar a marca histórica de morosidade para o período da manhã, o secretário de Transportes do município, Alexandre Moraes, anunciou, nesta quinta-feira, 13, que a administração municipal pretende proibir o estacionamento de carros em ruas e avenidas movimentadas, com o objetivo de disponibilizar mais faixas de tráfego. A medida faz parte de um pacote de medidas que o secretário afirmou que a prefeitura pretende colocar em prática em abril.   VEJA TAMBÉM Você acha que o pacote funcionará? Acompanhe a situação do trânsito em SP agora Para especialista, caminhões dão nó no trânsito de São Paulo   O secretário afirmou que a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) estuda cancelar as vagas de estacionamento em uma série de ruas. Moraes não citou quais estão na mira da prefeitura. Mas, adiantou que a medida deve atingir vias como a Alameda Santos, na região da Avenida Paulista, e a Avenida Voluntários da Pátria, na zona norte. A Alameda Santos hoje sofre problemas diários por conta das obras de revitalização da Paulista. "Há vários pontos onde o transporte será beneficiado, porque essas medidas vão atingir tanto os veículos de transporte coletivo quanto os carros de passeio", disse Moraes.   Outra medida que a prefeitura pretende implementar é ampliar o horário de restrições para o transporte de cargas em vias de grande fluxo de veículos, como a Marginal do Tietê, a Marginal do Pinheiros e Avenidas 23 de Maio e dos Bandeirantes. O secretário não explicou, no entanto, se essa medida, na prática, seria a proibição definitiva de caminhões nos horários de pico nestas vias de grande circulação.   Segundo o secretário, que não deu muitos detalhes das ações, as medidas deverão ser adotadas nos horários de pico, a exemplo do que já acontece com o rodízio diário de veículos. Uma das medidas anunciadas é melhorar a fluidez nos corredores de ônibus, alterando os tempos de parada nos semáforos. "Isso pode dar mais fluidez nos corredores", disse o secretário, durante a entrevista coletiva que concedeu após a cerimônia de assinatura do convênio entre a prefeitura e o governo do Estado, onde a administração municipal repassou R$ 200 milhões para o Metrô realizar desapropriações para a ampliação do serviço.   (Com informações de Camilla Rigi, de O Estado de S. Paulo)

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