Rafael Arbex/Estadão
Rafael Arbex/Estadão

Prefeitura inaugura novo parquinho infantil no Largo da Batata

Lançamento ocorre um mês após polêmica retirada de três brinquedos lúdicos do espaço

Priscila Mengue, O Estado de S.Paulo

16 Setembro 2017 | 13h32

SÃO PAULO - A Prefeitura Regional de Pinheiros inaugurou o novo parquinho infantil do Largo da Batata na manhã deste sábado, 16, em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo. O lançamento ocorre um mês após três dos cinco brinquedos terem sido retirados, o que gerou críticas de parte dos usuários e de coletivos que atuam na região. 

No local para um evento de escolas públicas convocado pela prefeitura regional, os pais ouvidos pelo Estado elogiaram os brinquedos e as árvores plantadas no espaço, que também ganhou aparelhos de ginástica e uma estação para carregamento de celulares.

"Antes não parecia um parquinho. Com certeza está melhor", comenta a babá Eliana Santos de Oliveira, de 38 anos, que estava no local com os filhos Artur, de 7 anos, e Sofia, de 2. O taxista Nilson Rodrigues, de 38 anos, pai de Carolina, de 6, também elogia o espaço, mas ressalta que deveria haver mais brinquedos no local.

Já a funcionária pública Cristiane Ilhesca, de 36 anos, mãe de Anita, de 7, disse que o parquinho está "muito interessante". "Vai ficar legal quando as árvores crescerem, porque aqui é um espaço muito aberto, daí bate muito sol", comenta. 

O novo espaço infantil traz dois aparelhos novos para a área: um gira-gira e uma estação de atividades (com escorregador, balanço, sobe-sobe, casinha e passarela). Além deles, foram mantidos e repintados dois dos cinco brinquedos anteriores, que compunham um "espaço lúdico permanente" construído e doado pelo estúdio de design Erê Lab. Por esse projeto e outros quatro implantados em São Paulo e no Rio, a empresa recebeu, em 2016, o prêmio Mais Movimento! do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) da Organização das Nações Unidas (ONU). 

Segundo o prefeito regional de e Pinheiros, Paulo Mathias, os dois brinquedos foram mantidos porque estavam em bom estado de conservação, diferentemente dos que foram retirados. "A gente quis preservar porque esses estavam em ordem. A gente só deu uma pintada neles, os outros estavam muito degradados", afirmou ao Estado.

 

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