Prefeitura faz cadastramento residencial para programa social

Estimativa da prefeitura é cadastrar 220 mil famílias vulneráveis em um ano de pesquisa

27 de agosto de 2007 | 17h43

O cadastramento domiciliar no município de São Paulo para inclusão de famílias vulneráveis nos programas sociais terá início na terça-feira, 28, com duração de um ano. A estimativa é cadastrar 220 mil famílias vulneráveis. Os moradores da cidade não devem se dirigir às subprefeituras, pois o cadastramento só é feito na residência. Este trabalho será realizado em duas fases. Na primeira, uma equipe de fiscais vai a todas as casas a serem cadastradas das regiões de expansão do Programa Ação Família e coloca um selo de identificação nas portas das residências. Eles também entregarão uma carta com informações importantes como os documentos obrigatórios e a data de início da 2.ª fase. Na outra fase, os fiscais retornarão para o preenchimento das informações e recolhimento das cópias desses documentos. Os cadastradores estarão uniformizados com camisetas, bolsa e crachá com as marcas da Prefeitura e da organização Via Pública. O cadastramento domiciliar tem como objetivo conhecer as condições de vida de cada família e planejar ações sociais da Prefeitura na região. Isso não quer dizer que a família terá direito de receber algum benefício imediatamente e sim que ela terá prioridade nos programas sociais, caso preencha os critérios e existam vagas abertas.

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