Prefeitura de SP repudia protestos de usuários de fretados

Atos 'radicais' contra restrição demonstram 'postura intransigente de setores que se recusam a cooperar'

27 de julho de 2009 | 21h30

A Prefeitura de São Paulo criticou os protestos dos usuários de ônibus fretados contra a medida de restrição à circulação, que paralisaram diversas ruas da cidade nesta segunda-feira, 27, primeiro dia de vigência da lei. O governo municipal e a Secretaria Municipal de Transportes (SMT) manifestaram em nota "veemente repúdio" às manifestações, "organizadas por alguns poucos setores do fretamento que colocam seus próprios interesses econômicos acima do bem estar coletivo, atrapalhando o transporte público e o trânsito da capital."

 

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No comunicado, a Prefeitura afirma também que as "manifestações demonstram uma postura intransigente, de setores que se recusam a cooperar para que uma mudança necessária para a cidade seja implantada". "Preferem apelar para atitudes radicais, prejudicando milhões de pessoas que precisam chegar a suas casas ou seus trabalhos", acrescenta.

 

A SMT e Prefeitura informam ainda que têm organizado "pontos de contato e novas linhas" como parte de um "grande esforço" para que os "passageiros cheguem a seus destinos sem que os veículos fretados prejudiquem o deslocamento dos demais cidadãos."

 

Nesta segunda, os protestos de passageiros fecharam vias importantes da cidade, como a Marginal do Pinheiros, Avenida dos Bandeirantes e Ricardo Jafet. Segundo a Polícia Militar (PM), as manifestações transcorrem sem violência.

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