Hélvio Romero/AE - 28/10/2010
Hélvio Romero/AE - 28/10/2010

Prefeitura de SP quer corredor de ônibus na Radial e limite de velocidade maior

Plano de Ações de Transportes para 2011 terá um investimento total de R$ 409 milhões; outros sete corredores serão readequados e velocidade poderá ser aumentada em 15%

Marília Lopes - Central de Notícias,

10 Janeiro 2011 | 17h21

SÃO PAULO - A prefeitura de São Paulo anunciou nesta segunda-feira, 10, o Plano de Ações de Transportes para 2011. Um dos destaques do programa é a construção de um corredor de ônibus na Radial Leste, que ligará a zona leste ao centro.

 

Cerca de R$ 60 milhões serão investidos na construção de corredores este ano. Além disso, sete corredores serão readequados. Entre as mudanças está o aumento do limite de velocidade dos ônibus. Segundo o secretário de Transportes, Marcelo Branco, a meta é ampliar a velocidade dos ônibus em 15%, o que equivaleria a inclusão de 2.250 ônibus na frota e reduziria o tempo médio de viagem dos usuários.

 

De acordo com Branco, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) receberá investimentos para que possa melhorar o monitoramento do trânsito na capital. Uma meta para 2011 é ampliar a utilização de combustível renovável pela frota do transporte público.

 

Outro objetivo para este ano é reduzir em 10% o índice de mortes e acidentes no trânsito. Para isso, a Secretaria de Transportes irá implantar faixas de travessia - a maior parte das vítimas do trânsito na cidade é de pedestres.

 

Investimento. O Plano de Ações terá um investimento total de R$ 409 milhões. Cerca de R$ 263 milhões devem ser investidos em mobilidade urbana, R$ 89 milhões em mudanças e uso racional de matrizes energéticas e R$ 59 milhões na redução de acidentes e de mortes no trânsito.

 

Segundo o prefeito Gilberto Kassab, grande parte do Plano de Ações só será possível devido ao aumento no preço do ônibus, que era de R$ 2,70 e foi para R$ 3. Com o reajuste, o prefeito afirmou que foi possível reduzir os subsídios de R$ 743 milhões para aproximadamente R$ 520 milhões e remanejar a verba para que a Secretaria de Transportes pudesse implantar o Plano de Ações.

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