Precisamos melhorar impacto das pesquisas e número de patentes

Na última década, várias organizações vêm divulgando rankings internacionais de universidades baseados em diferentes indicadores, como a produção científica relevante, o porte da instituição e a presença de professores e ex-alunos agraciados com premiações, a internacionalização ou até a presença na mídia ou na web.

ANÁLISE: Roberto Leal Lobo, É EX-REITOR DA USP, PESQUISADOR, CONSULTOR DE ENSINO SUPERIOR, ANÁLISE: Roberto Leal Lobo, É EX-REITOR DA USP, PESQUISADOR, CONSULTOR DE ENSINO SUPERIOR, O Estado de S.Paulo

02 Junho 2013 | 02h01

Alguns gestores universitários consideram que os rankings não significam muito porque são baseados em critérios voltados aos países líderes. No entanto, os diferentes rankings podem dar informações não só sobre o reconhecimento internacional das universidades como oferecer instrumentos de análise para identificar, estatisticamente e de forma comparativa, as principais características das universidades.

Nesses rankings, as universidades brasileiras não vinham se destacando proporcionalmente a outros dados brasileiros, como o PIB e a produção científica. No entanto, nota-se uma paulatina melhoria da colocação de várias de nossas universidades em praticamente todos os rankings. Um exemplo é a 6ª posição mundial alcançada agora pela USP na área de Ciências Agrárias no University Ranking by Academic Performance (Urap).

É fato que precisamos melhorar o impacto de nossas publicações e transformar conhecimento em inovações e patentes para aumentar nossa competitividade internacional. A análise dos rankings pode ajudar.

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