Portabilidade e prejuízos

RETALIAÇÃO DA EMBRATEL?

O Estado de S.Paulo

24 de agosto de 2012 | 03h04

Tenho uma pequena empresa e só estou tendo prejuízo com a Embratel, que, numa retaliação à portabilidade de uma linha telefônica, cortou outras três linhas da empresa sem explicações. Em 2011 contratei o serviço Embratel Pequenas e Médias Empresas (PME) e fiz a migração de quatro linhas telefônicas para este plano. Em junho de 2012 fiz a migração de uma das linhas para a GVT, para instalação em outro endereço. Alguns dias depois, a Embratel baixou a velocidade da internet e simplesmente desativou as três linhas remanescentes alegando "quebra de contrato." Ora, o contrato do plano Embratel PME não diz que a portabilidade numérica caracteriza quebra de contrato. Desautorizei o cancelamento e, para não perder os números e manter o plano, pedi nova linha. Negaram. Diante disso, solicitei a portabilidade das outras três linhas para uma operadora diferente. No mesmo dia, a Embratel, unilateralmente, desligou meus telefones! Na data prevista para a portabilidade, a Embratel autorizou a migração de apenas uma linha, informando que as outras são de contratos cancelados. Como, se todas as linhas faziam parte de um mesmo contrato? Absurdo!

ALBERTO AMERICANO / CAMPINAS

A Embratel diz que, após ajustes técnicos, o contrato em questão foi regularizado. O leitor foi contatado para esclarecimento do caso.

O leitor desmente: A Embratel mente ao afirmar que entrou em contato comigo e que tudo está resolvido. Numa nova tentativa de portabilidade, disseram que as linhas tinham sido canceladas. Eles simplesmente se apoderaram dos números e se recusam a devolvê-los.

JARDIM DOS ÁLAMOS

Rua sem asfalto

A Rua Mirice, no Jardim dos Álamos, ao contrário de praticamente todas as outras vias do bairro, não é pavimentada. Não há asfalto nem calçada, só poeira. O que mais nos espanta é que a Subprefeitura Parelheiros, já procurada diversas vezes, antes dizia que a rua já constava como pavimentada. Da última vez que procuramos a subprefeitura, no entanto, afirmaram que não havia verba para o recapeamento.

EMERSON DE OLIVEIRA

/ SÃO PAULO

A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, por meio da Superintendência das Usinas de Asfalto (SPUA), diz que a R. Mirice foi vistoriada e incluída na programação de serviços de pavimentação.

O leitor reclama: A resposta, evasiva, soa como resposta pronta; a secretaria muda apenas os nomes das ruas. Continuo sem saber quando será executado o serviço, se é que cumprirá a promessa. Ficaria satisfeito com prazos.

AES ELETROPAULO

Ameaça por débito indevido

Por causa de uma dívida irrisória (R$ 0,25) que nem sequer é minha (está em nome do antigo proprietário) a AES Eletropaulo me enviou uma notificação que extrapola todos os limites do bom senso. De acordo com o comunicado, "a ausência de manifestação no prazo de 48 horas implicará a adoção de medidas administrativas e judiciais cabíveis." Quanta má-fé!

OSVAIR GRANDINO / SÃO PAULO

A AES Eletropaulo esclarece que o débito de R$ 0,25 estava em nome da antiga proprietária do imóvel, mas, na transferência de contrato, ficou sob responsabilidade do sr. Grandino. Informa que o débito foi excluído e o cliente não possui mais pendências.

O leitor lamenta: Espero não receber mais ameaças, sobretudo referentes a cobranças de dívidas de terceiros.

TELEFÔNICA/VIVO

Barulho de buzina

Na Rua Michigan, na esquina com a Rua Conceição de Monte Alegre, no Brooklin, há uma estação da Vivo. Neste local, trabalham terceirizados que prestam serviços externos. Como o portão de entrada de veículos fica distante da portaria, esses terceirizados buzinam 24 horas por dia, a semana inteira. Moro no prédio ao lado e é insuportável. Já conversamos com o pessoal da estação, abrimos reclamação na ouvidoria da Vivo, mas nada resolve.

FLÁVIO A. MOREIRA / SÃO PAULO

A Telefônica/Vivo diz que os contratos mantidos com suas prestadoras de serviços preveem o cumprimento de toda legislação, incluída a de trânsito. Afirma que já tomou as providências cabíveis.

O leitor contesta: O problema continua e ninguém entrou em contato comigo.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.