Por dentro da clausura beneditina de 413 anos

Na Sexta-feira Santa, ‘Estado’ mostra o interior do Mosteiro de São Bento

Edison Veiga, O Estado de S. Paulo

22 de abril de 2011 | 08h34

Em seus 413 anos de história, poucos são os não-religiosos que circularam pela clausura do Mosteiro de São Bento, um retiro em pleno centro de São Paulo. Ali, numa das mais antigas instituições paulistanas, é a casa de 40 monges cujas vidas seguem à risca os preceitos da Ordem de São Bento, medieval organização religiosa fundada pelo santo católico que viveu entre os anos 480 e 550.

 

As normas monásticas foram sistematizadas em um livro de 73 capítulos, de autoria atribuída ao santo e conhecido como Regra de São Bento. A igreja mantida pelos beneditinos, entretanto, é movimentadíssima. E, como em todos os anos, a celebração da Páscoa, no domingo, deve lotá-la. São esperadas mais de 1 mil pessoas, mesmo que os assentos só sejam suficientes para 693.

 

João Baptista Barbosa Neto é o monge que nos mostra o Mosteiro por dentro.

 

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