Política do pau oco

Quase mil

TUTTY HUMOR, O Estado de S.Paulo

03 de maio de 2012 | 03h02

Além de R$ 30 mil em dinheiro, precisa ver se Carlinhos Cachoeira também doou algumas dezenas de gols à contabilidade de Túlio Maravilha.

Será o Benedito?

O ativista cego Chen Guangcheng pode ter deixado a Embaixada dos Estados Unidos em Pequim achando que estava indo ao banheiro. Foi o que disse o pessoal do serviço secreto americano na tradicional festinha com prostitutas na véspera da chegada de Hillary Clinton à China.

À prova de tsunami

Essa história da motocicleta que o tsunami do ano passado teria levado quase intacta do Japão até o Canadá, francamente, o pessoal que cuida do marketing da Harley-Davidson não tem mais o que inventar!

Tomara que chova!

Quem não conseguiu voltar a SP a tempo do programa de índio do 1.º de Maio no Anhangabaú não perde por esperar o "Dia do Grande Desafio" da Igreja Mundial do Reino de Deus, domingo que vem, na Praça Campo de Bagatelle, em Santana. Papa fina!

Vive la France

A festa no domingo não tem hora para acabar nos quatro cantos do mundo! A esperada derrota de Nicolas Sarkozy nas urnas será a primeira vitória em muitos anos do ser humano genérico.

Melhor não!

Amigos de Rafinha Bastos estão preocupados! Torcem para que o humorista não faça nenhuma piadinha de cunho sexual com a gravidez da Sandy. Ou vai de novo perder emprego, dinheiro com indenização, tempo nos tribunais...

Os homens públicos citados nos escândalos em curso na imprensa brasileira precisam tomar muito cuidado para não exagerar no que dizem de supetão em legítima defesa da honra.

Não há nada mais ridículo que político encalacrado se fazendo de virgem para provar que é probo.

Os governadores do Rio e de Goiás são as mais recentes vítimas desse gênero constrangedor de mico por eles protagonizado em sequência nas entrelinhas da cobertura jornalística das atividades criminosas de Carlinhos Cachoeira.

O goiano Marconi Perillo saiu primeiro com esta pérola da liturgia de santificação do pau oco: "Nunca tratei no palácio de qualquer assunto que não fosse de interesse do governo!"

Dias depois, com o mesmo ar de moço bom, o carioca Sérgio Cabral não deixou a auréola cair: "Nunca na minha vida misturei amizade com interesse público!"

Fez lembrar um pouco a sinceridade transmitida por Bill Clinton na entrevista em que tentou encerrar o caso Monica Lewinsky com a célebre oração "eu nunca tive relações sexuais com aquela mulher".

Deu no que deu!

Dá trabalho!

Quantas vezes Brizola Neto faz a barba por dia? A oposição já está checando se o novo Código Florestal permite a poda em intervalos inferiores a 24 horas!

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