Polícia tenta ampliar cadastro de vigias de rua

Depois de cadastrar cerca de 500 vigilantes de rua nos Jardins, zona sul, e no Tatuapé, zona leste, nos últimos três meses, o Departamento de Identificação e Registros Diversos (Dird) da Polícia Civil vai fazer uma ronda em mais quatro regiões da cidade a partir da segunda-feira para intimar outros profissionais da categoria. Segundo o delegado Aldo Galiano Junior, diretor do Dird, a meta é cadastrar em um ano os cerca de seis mil vigias autônomos que trabalham na capital paulista.

Gio Mendes, O Estado de S.Paulo

07 Julho 2011 | 00h00

Os bairros que serão visitados pelo Dird na próxima semana são Ibirapuera e Brooklin, ambos na zona sul, Vila Carrão, na leste, e Lapa, na oeste. "A gente está intimando os vigias para cadastrá-los, porque até agora somente 60 compareceram espontaneamente no Dird", afirmou o delegado. Durante a ronda, a polícia encontrou um foragido da Justiça trabalhando como vigia de rua nos Jardins. "Ele estava condenado por quatro homicídios na Bahia."

A ordem para cadastrar os vigias foi dada pelo delegado-geral Marcos Carneiro no dia 8 de fevereiro, um dia depois de ladrões invadirem a casa do ex-secretário da Segurança Pública e atual secretário dos Transportes e Logística, Saulo de Castro Abreu Filho. Na ocasião, Carneiro disse também que seria criado um curso para a formação de vigias na Academia da Polícia Civil. Cinco meses depois, o curso ainda não está disponível e não há previsão de quando começará.

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