Polícia suspeita de execução em morte de professora em Embu

Docente levou três tiros quando chegava à escola municipal em Embu; ninguém foi preso

Solange Spigliatti, Central de Notícias

28 Fevereiro 2011 | 15h55

SÃO PAULO - A polícia civil de Embu das Artes, na Grande São Paulo, suspeita que a morte da professora Joyce Chaddad de Morais Domingues, de 36 anos, ocorrida na manhã desta segunda-feira, 28, tenha sido uma execução, pois nada foi roubado. Segundo o delegado 1º DP de Embu, Higino Grigio, responsável pelo caso, quatro testemunhas já foram ouvidas nesta manhã e outras ainda prestarão depoimentos.

 

Em depoimento, uma das testemunhas, que estava distante da professora na hora do crime, diz ter ouvido o assassino chamar pelo nome da professora. A versão foi desmentida, segundo o delegado, por outra professora que estava ao lado da vítima quando o suspeito se aproximou e atirou.

 

De acordo com Grigio, entre hoje e amanhã deverá estar pronto um retrato falado do suspeito. A polícia ainda não tem informações sobre qual seria a motivação do crime.

 

A professora, que havia voltado de licença maternidade há 15 dias, foi morta em frente à Escola Municipal Paulo Freire, na Estrada de Itapecerica. Ela foi alvejada por três tiros quando chegava para dar aula, por volta das 7 horas da manhã.

 

Segundo a PM, a professora chegou a ser socorrida e encaminhada ao pronto-socorro de Embu, mas não resistiu aos ferimentos causados pelos tiros. Até o momento ninguém foi preso.

 

Luto. As aulas da Escola Municipal Paulo Freire foram suspensas até esta terça-feira, 2, em luto pela professora assassinada, segundo a Secretaria Municipal de Educação.

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