Werther Santana/Estadão
Werther Santana/Estadão

Polícia procura por explosivos dentro de escola em Suzano

Além das armas usadas pelos atiradores, também foram encontrados artefatos que se assemelham a explosivos

Isabela Palhares, O Estado de S.Paulo

13 de março de 2019 | 12h08

SÃO PAULO - A escola estadual Raul Brasil, que foi invadida na manhã desta quarta-feira, 13, por atiradores, está isolada sob o risco de ainda haver artefatos explosivos no interior. Segundo o comandante-geral da Polícia Militar, equipes do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) estão fazendo uma varredura na unidade. 

"A preocupação nesse momento é desmantelar os artefatos explosivos, prestar socorro às vítimas e atender as famílias", disse o coronel Salles. Ele não informou quantos artefatos desse tipo foram encontrados. 

Os atiradores, segundo Salles, estavam com um revolver calibre 38, uma besta, um arco e flecha e os explosivos. 

O comandante disse que antes de entrar na escola, os dois atiradores atiraram contra o proprietário de um lava-jato que fica em frente à escola. O homem está passando por cirurgia na Santa Casa de Suzano.

Segundo o coronel, os atiradores entraram na escola na hora do intervalo. Primeiro, eles atiraram em uma coordenadora pedagógica e uma supervisora. Depois, se dirirgiram ao pátio, onde atingiram quatro alunos do ensino médio. Em seguida, eles foram até o Centro de Línguas. Os alunos que estavam no local se esconderam dentro de uma sala de aula. Os atiradores, então, se suicidaram no corredor em frente.

 

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