Reprodução
Reprodução

Polícia procura colombiano desaparecido desde 17 de abril

O músico Harold Mendoza Rubiano, de 32 anos, estava morando de favor na casa de um amigo no Pacaembu, zona oeste. Ele chegou a São Paulo em 15 de dezembro

Tiago Dantas, O Estado de S. Paulo

07 Maio 2013 | 10h27

SÃO PAULO - O músico colombiano Harold Mendoza Rubiano, de 32 anos, que se mudou para a capital paulista no fim do ano passado, está desaparecido desde 17 de abril. A Polícia Civil investiga o caso, que é acompanhado também pelo Consulado da Colômbia em São Paulo. Amigos de Rubiano estão se mobilizando por meio das redes sociais atrás de informações sobre o paradeiro do estrangeiro.

Rubiano estava morando de favor na casa de um amigo no Pacaembu, zona oeste, onde foi visto pela última vez. Dentro do seu quarto, os amigos encontraram roupas, objetos pessoais, documentos e o passaporte do colombiano. O telefone celular não foi encontrado. "O que mais chama a atenção é ele ter saído de casa sem o passaporte. Esse é o único documento que ele tem", afirma Lilian Fagundes, uma das amigas do desaparecido.

Acompanhada de outros amigos, Lilian visitou hospitais e locais que o colombiano costumava frequentar. Até a manhã desta terça-feira, 7, porém, não conseguiu nenhuma informação. Ainda segundo ela, o comportamento de Rubiano estava dentro do normal. "Ultimamente ele vinha falando muito sobre juntar dinheiro para voltar para a Colômbia e visitar a mãe", disse Lilian. O colombiano estaria há cinco anos sem voltar para seu país.

O músico chegou ao Brasil em 15 de dezembro e chegou a trabalhar em um hostel de Pinheiros, zona oeste. Recentemente, fazia bicos como pintor. Quem tiver informações sobre o paradeiro de Rubiano, pode entrar em contato com o Consulado Colombiano pelo telefone 3078-0298. Os amigos do estrangeiro divulgaram o email lilikfs@hotmail.com para receber informações sobre o desaparecido.

Mais conteúdo sobre:
colombiano desaparecido harold

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.