Polícia prende suspeito de matar taxista na zona norte de SP

Wanderley Pereira Nunes foi morto com um tiro na cabeça durante um assalto na Vila Brasilândia; taxista protestaram por segurança

Felipe Resk, O Estado de S. Paulo

24 Março 2015 | 11h52

SÃO PAULO - Policiais prenderam um dos suspeitos de ter participado do assassinato do taxista Wanderley Pereira Nunes, de 52 anos, morto durante um assalto na zona norte da capital. Aos policiais, o suspeito teria confessado o crime. Ele foi pego em flagrante na manhã desta segunda-feira, 23, depois de cometer outro roubo na região e não teve a identidade divulgada.

O taxista foi morto na manhã do último domingo, 22, na Rua Doutor Diogo Canteras Garcia, região da Vila Brasilândia. Nunes conduzia dois passageiros, que haviam embarcado na Avenida Paulista, no centro, quando foi surpreendido por dois criminosos em uma moto.

Para a Polícia Civil, os passageiros relataram que um dos bandidos estava armado e atirou na cabeça do taxista antes que todos tivessem tempo de repassar os pertences. Baleado, Nunes perdeu o controle do carro, que bateu em um poste. Os dois passageiros se feriram. O taxista chegou a ser levado para o Hospital Mandaqui, antes de morrer.

Protesto. No dia seguinte, um grupo de 200 taxistas protestou por mais segurança no trabalho. Os manifestantes pararam os táxis na frente do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista, e bloquearam duas faixas da via no sentido Rua da Consolação às 19h40. O ato, acompanhado pela Polícia Militar, foi encerrado às 21h15 pacificamente. Cerca de 50 taxistas já haviam feito uma manifestação no domingo por causa da morte do colega.

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