Polícia pede quebra de sigilo telefônico de amante assassina

Os investigadores da 60.ª Delegacia de Polícia, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, esperam a quebra do sigilo telefônico de Luciene Reis Santana, de 24 anos, assassina confessa de Lavínia Azeredo de Oliveira, de 6. Eles querem saber se ela telefonou para um suposto cúmplice na noite do sequestro da vítima.

Pedro Dantas, O Estado de S.Paulo

05 Março 2011 | 00h00

Os parentes da criança afirmam que Luciene contou com a ajuda de um comparsa para entrar na casa e sequestrar a menina. No entanto, parentes e vizinhos informaram que seria possível entrar na casa pela porta da garagem, que tinha um problema no trinco há meses.

Lavínia foi sequestrada na quarta-feira por Luciene, que era amante do pai dela, o professor de Educação Física Rony dos Santos de Oliveira, de 30 anos.

Segundo a confissão da assassina, ela levou Lavínia ao Hotel Municipal de Duque de Caxias e a estrangulou com um cadarço de tênis. A mulher despertou a atenção dos funcionários porque não tinha dinheiro para pagar a conta e limpou dois quartos para ser liberada.

Dois dias depois, uma faxineira achou o corpo embaixo da cama. A família da criança sustenta que Luciene sequestrou por dinheiro. Em seu depoimento, a assassina alegou que matou por vingança, pois o pai da vítima não queria intensificar a relação entre os dois.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.