AMANDA PEROBELLI/ESTADAO
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Polícia investiga se vazamento de gás que matou pai e filha foi acidental

Empresário e menina de 9 anos morreram intoxicados em Campos de Jordão; policiais não descartam vazamento provocado

José Maria Tomazela, O Estado de S.Paulo

10 de junho de 2019 | 18h18

SOROCABA – A Polícia Civil investiga se o vazamento de gás que causou a morte do empresário Luiz Manoel Vasconcelos Rosa, de 57 anos, e de sua filha Rebeka, de 9, no último sábado, 8, em Campos do Jordão, foi acidental. Conforme a investigação, foi encontrado um botijão de GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) acoplado a um aquecedor de ambiente.

A hipótese é de que o gás, cuja presença no ambiente pode ser detectada pelo cheiro, tenha vazado do equipamento. A polícia não descarta a hipótese de que o vazamento possa ter sido provocado. 

Não havia sinais de arrombamento ou de algum tipo de violência no apartamento. A investigação aguarda o laudo da perícia feita no imóvel e nos equipamentos – botijão e aquecedor –, e o resultado da necrópsia dos corpos, feita no Instituto Médico Legal (IML).

Segundo a Polícia Civil de Campos do Jordão, também foi pedido um laudo toxicológico das vítimas. Os exames devem ficar prontos em 30 dias. O empresário, dono de uma loja de artigos de couro, estava separado da mulher e a filha passava o sábado com ele, em seu condomínio, na Vila Jaguaribe. Os corpos foram sepultados neste domingo, 9, no Cemitério Municipal de Campos do Jordão. 

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