Polícia fecha bingo clandestino em Moema

Imóvel de classe média alta não tinha nenhuma identificação na fachada e por isso passava despercebido

Alexandra Penhalver, do Estadão

05 de setembro de 2007 | 00h31

Um bingo clandestino foi descoberto e fechado na terça-feira à noite, pelo Grupo de Operações Especiais (GOE)da Polícia Civil, na Alameda dos Maracatins, na altura do número 392, em Moema, zona sul da capital. "Recebemos um denúncia anônima e enviamos uma equipe. Havia um segurança na porta que entrou assim que viu a nossa viatura, e logo chegaram pessoas à casa", afirmou o delegado-assistente que responde pelo grupo 40 do GOE, Antonio Sucupira Neto. O imóvel de classe média alta não tinha nenhuma identificação na fachada, e o bingo passava despercebido. Segundo o delegado, o sobrado abrigava 51 máquinas de videobingo, serviço de garçons, funcionários, entre eles quatro mulheres que orientavam os poucos jogadores que estavam no local por volta das 21 horas. O proprietário - a identidade não foi revelada - será indiciado por jogo de azar e também serão verificadas as condições trabalhistas dos funcionários. Ele disse à polícia que o bingo funcionava há uma semana, das 20 às 6 horas. Sete funcionários foram levados como testemunhas ao 27º DP, do Campo Belo, na zona sul, onde o caso foi registrado. Outro bingo clandestino foi fechado na região do 16º DP, Vila Clementino, recentemente. As máquinas vão ser lacradas apreendidas e recolhidas em depósito até decisão do juiz. A força-tarefa da polícia paulista, que investiga a máfia dos caça-níqueis já pediu a destruição dos videobingos apreendidos à Justiça.

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