Polícia faz primeira parte da reconstituição do assassinato de Mércia

Segundo a polícia, será realizada fixação fotográfica do percurso feito por Mizael Bispo, acusado pela morte; nem ele nem o vigia Evandro Bezerra da Silva participam

Elvis Pereira, do Jornal da Tarde, e Solange Spigliatti, do estadão.com.br,

11 Agosto 2010 | 15h09

SÃO PAULO - Começou por volta das 13 horas desta quarta-feira, 11, a reconstituição do trajeto feito pelo policial aposentado Mizael Bispo de Souza no dia do desaparecimento de sua ex-namorada, Mércia Nakashima, encontrada morta em 11 de junho em Nazaré Paulista, no interior de São Paulo.

 

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Segundo a polícia, durante a reconstituição será feita uma fixação fotográfica do percurso feito por Mizael. Nem o policial aposentado nem o vigia Evandro Bezerra da Silva vão participar da reconstituição.

 

O trajeto vai passar em todos os pontos apontados pelo celular de Mizael no dia que a Mércia morreu. Segundo o promotor Rodrigo Merli Antunes, a reconstituição servirá para a preparação de um desenho que será exibido para os jurados e para desmentir informações passadas em depoimento por Mizael.

 

Participam da reconstituição o delegado Antonio de Olim, do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), o promotor Rodrigo Merli Antunes, o advogado da família e assistente de acusação Alexandre Domingues de Sá, além dos peritos.

 

Depoimento. Durou cerca de duas horas e meia o depoimento de um dos irmãos de Mizael Bispo de Souza. O pintor Altair de Souza chegou à sede do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) por volta das 10 horas desta quarta-feira, 11. O depoimento seguiu até por volta das 12h30, segundo a polícia.

 

Mércia, de 28 anos, foi morta em 23 de maio deste ano após sair da casa da avó, em Guarulhos, na Grande São Paulo. Ela foi agredida e baleada no braço esquerdo, na mão direita e no rosto. Em seguida, jogada na represa em seu Honda Fit e morreu afogada. Para a polícia, Mizael a matou por não aceitar o fim do namoro.

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