Polícia faz blitz em todo o País contra álcool no trânsito

Só em SP, 242 motoristas foram abordados e 10 levados para delegacia entre a última sexta e esta madrugada

Ricardo Valota, do estadao.com.br

28 de junho de 2008 | 10h41

Desde o início desta manhã de sábado parte do efetivo de 9.700 policiais rodoviários realiza blitz nas rodovias brasileiras. A operação, que visa fiscalizar os motoristas e coibir a perigosa mistura álcool e volante nas estradas, será realizada também no domingo e conta com cerca de 700 agentes mobilizados apenas para esse fim. Segundo a PM em São Paulo, 242 motoristas foram abordados, 140 submetidos ao teste do bafômetro, 10 encaminhados à delegacia  neste sábado, 28, por causa da constatação de embriaguez. Foram vistoriados 76 carros de passeio e 57 motos. Um total de 22 condutores foi autuado por infrações de trânsito.   Veja Também: Tire suas dúvidas sobre a nova Lei Seca   Somente no Estado de São Paulo, são 1.115 km de estradas federais e um movimento de cerca de 200 mil veículos/dia somente no trecho paulista da Rodovia Presidente Dutra. Segundo a assessoria de imprensa 06ª Superintendência Regional em São Paulo, estão disponíveis 35 aparelhos de bafômetros para fiscalização no Estado.   Até o meio da tarde deste sábado, as superintendências regionais não haviam fornecido à sede do Departamento de Polícia Rodoviária Federal (DPRF) em Brasília um levantamento parcial da megaoperação. Há possibilidade de que sejam divulgados somente os números finais do balança, por volta das 10h da próxima segunda-feira.   Pela nova lei, quem for pego pelo bafômetro com uma margem entre 0,0 e 0,09 mg de álcool/litro de ar expelido, não é considerado infrator e acaba liberado. De 0,1 a 0,29 mg, paga-se uma multa de R$ 957,20 e corre o risco de ter a carteira de habilitação suspensa de 12 a 24 meses; acima de 0,3 mg, além de pagar a multa e correr o risco de perder a habilitação, o infrator é levado para a delegacia, responde criminalmente, podendo pegar uma pena que varia de 6 meses a 3 anos; e só é liberado após para responder em liberdade após pagar uma fiança de R$ 300 a R$ 1.200.   Texto atualizado às 16h15

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