Polícia fará ação conjunta em áreas mais críticas

As Polícias Civil e Militar vão se reunir e o setor de inteligência deverá mostrar as características desse tipo de furto para determinar quais ações serão adotadas. "Essa análise determinará se foi furto de documentos ou objetos, qual o horário e o local, por exemplo", afirma o delegado-geral da Polícia Civil, Marcos Carneiro Lima.

William Cardoso e Camila Haddad, O Estado de S.Paulo

22 de abril de 2011 | 00h00

Em nota, a Polícia Militar esclareceu que conta com "forte" estrutura de segurança na Avenida Paulista. Segundo a corporação, são empregados, diariamente mais de 300 PMs em diversas formas de atuação. Só pela Operação Delegada - o "bico oficial" de fiscalização pago pela Prefeitura - , há 200 policiais todos os dias, patrulhando a pé toda a extensão da via, com atenção ao comércio irregular e também à prevenção de crimes.

Já o programa das Rondas Ostensivas com o Apoio de Motocicletas (Rocam) utiliza cinco motos na avenida, para prevenir eventuais crimes no trânsito. Além disso, há uma viatura do patrulhamento e o uso da Companhia de Força Tática.

Os supedâneos, que são as cabines elevadas em que o policial observa o fluxo de pessoas, funcionam, segundo a PM, como referência para a comunidade e estão espalhados por toda a extensão da Paulista e na Alameda Santos. São 31 no total.

O presidente da Associação Paulista Viva, Antonio Carlos Franchini, observa que a polícia, quando chamada, "atua rápido, prendendo e identificando os assaltantes e agressores em pouco tempo".

DUAS PERGUNTAS PARA...

Marcos Carneiro Lima, DELEGADO-GERAL

1. Qual o motivo para o aumento no número de furtos na Avenida Paulista?

As pessoas têm registrado os crimes com mais frequência. Muitas vezes, perde-se um documento ou o celular e se registra até por precaução.

2. Qual a relevância do telefone celular nesse tipo de crime?

Houve um aumento no número de celulares de forma absurda. Em São Paulo, o celular é um vetor de criminalidade e favorece a ação ocasional.

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