Polícia Civil prende quadrilha de tráfico de drogas em Cajamar

Investigação começou há 6 meses, após a polícia receber denúncias anônimas sobre o tráfico no local

Paulo R. Zulino,

17 de novembro de 2007 | 18h52

A Polícia Civil conseguiu desarticular e prender na última sexta-feira, 16, uma quadrilha de tráfico de drogas que agia na favela do Polvilho, em Cajamar, na Grande São Paulo. Entre os presos estão o chefe do bando, uma mulher que guardava e embalava os entorpecentes, duas moças que faziam o transporte da droga e outros três rapazes, entre eles um adolescente, que faziam o comércio do entorpecente. De acordo com o boletim de ocorrência registrado no 1º Distrito Policial de Cajamar, a polícia iniciou a investigação há seis meses, após receber denúncias anônimas sobre o tráfico de entorpecentes no local. Foram feitas observações, filmagens e fotografias que permitiram aos policiais identificar o bando, que foi preso por meio de mandados de prisão, busca e apreensão. O chefe da quadrilha, W.A.C., de 26 anos, gerenciava o ponto de venda, sendo responsável pela negociação para a compra do entorpecente, pelo lucro obtido e pela orientação das pessoas que faziam a venda. Sua companheira, M.A.O., de 22 anos, era responsável pelo armazenamento e embalagem da droga. Na casa dela, foram encontrados um tijolo e 27 trouxinhas de maconha, uma porção de crack e outra quantidade de cocaína. A polícia também localizou diversos materiais para o embalo e a comercialização das drogas, como balança, peneiras, rolos de fita adesiva, de papel filme e de papel alumínio, entre outros materiais. As jovens J.K.S., de 23 anos, e B.S.F., de 18 anos, eram responsáveis pelo transporte dos entorpecentes. No ponto de venda, agiam D.C.S., de 19 anos, A.M.S., de 22 anos, e um adolescente, de 17 anos. Foram recolhidos, ainda, sete celulares, um rádio Nextel roubado, um rádio comunicador e quatro munições de calibre 44, que estavam na casa do menor. Os seis presos foram encaminhados para a Cadeia Pública de Cajamar e o adolescente será apresentado ao Ministério Público, no plantão judiciário de Jundiaí.

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