Guilherme Ferreira/Reuters
Guilherme Ferreira/Reuters

Polícia apreende munições, rádios e detonadores em SP e vê relação com ataque de Criciúma

Investigadores encontraram material em imóvel da zona sul da capital paulista e prenderam mulher. Apuração aponta para envolvimento do marido da suspeita no caso de Santa Catarina, mas evidências não foram detalhadas

Redação, O Estado de S.Paulo

02 de dezembro de 2020 | 22h58

A Polícia Civil de São Paulo prendeu na tarde desta terça-feira, 1º, uma mulher e apreendeu em um imóvel munições de fuzil, rádios comunicadores e detonadores para explosivos. As apreensões aconteceram no Grajaú, zona sul da capital. Os investigadores divulgaram que o marido da mulher presa pode ter ligação com o megarroubo de Criciúma.

A prisão foi divulgada em nota pela polícia nesta quarta-feira, 2. Agentes do 25º Distrito Policial prenderam uma mulher em flagrante; a identificação não foi revelada. Os investigadores informaram que as apurações levaram a um imóvel que estava sendo usado para armazenamento de drogas e armas na Rua Alba Valdez. 

No local, foram apreendidos mais de 200 munições para fuzil calibre 7.62, rádios comunicadores, 86 detonadores de explosivos, dois carregadores de pistola calibre 9mm e seis tijolos de cocaína, que somaram 4,3 quilos. 

"As investigações apontaram que o marido da mulher detida estaria envolvido em um grande roubo ocorrido no início desta semana, em Criciúma, Santa Catarina, onde houve a utilização de explosivos e armas de grosso calibre. Ele foi identificado, uma vez que sua cédula de identidade foi recolhida no imóvel", informou a Polícia Civil. 

Os investigadores disseram que as apurações continuam ocorrendo com objetivo de "identificar e prender outros integrantes da organização criminosa". 

Na madrugada da terça-feira, uma quadrilha causou terror na cidade de Criciúma, em Santa Catarina. Homens fortemente armados bloquearam acessos, afrontaram a polícia e explodiram uma agência bancária, fugindo com o dinheiro roubado. A polícia catarinense ainda tenta identificar, localizar e prender os responsáveis. A quantia levada não foi revelada. 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.