Polícia afirma que faz operações para coibir ação de guardadores

O capitão Eliseu Chaves de Oliveira, porta-voz do 23.º Batalhão da Polícia Militar, responsável pela área do parque, disse que a ação dos guardadores de carro existe na região e se acentua nos sábados e domingos, quando o parque recebe de 20 mil a 30 mil pessoas. "Temos uma base móvel na entrada principal do Villa-Lobos, além da nossa companhia que fica dentro do parque."

, O Estado de S.Paulo

11 de setembro de 2010 | 00h00

Para o oficial, todas as ações preventivas são realizadas diariamente. "Fazemos operações para combater os flanelinhas. Eles pedem dinheiro e, se a pessoa não dá, ele ameaça riscar o carro, mas não chega a ser agressivo", disse. O oficial diz que é difícil contabilizar dados de extorsão, pois os usuários não vão à delegacia denunciar.

Segundo o capitão, "de um modo geral", durante as abordagens, os flanelinhas têm chave "micha" (para abrir carros), mas, segundo o PM, a ferramenta acaba, muitas vezes, sendo usada para riscar os veículos.

Ao contrário da versão do administrador do parque, o policial disse que em dias de jogo apenas de um a dois policiais são deslocados para fazer o policiamento no Pacaembu. "Mas isso não interfere na segurança do parque", avalia.

Atualmente, segundo a PM, não há mais policiamento de bicicleta no local porque houve uma "readequação" do policiamento na área. Hoje motos fariam a ronda.

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