PM goiana defende policiais que mataram rapaz após persegui-lo em ônibus roubado

VIOLÊNCIA

, O Estado de S.Paulo

20 de outubro de 2010 | 00h00

As autoridades policiais de Goiás defenderam ontem como legítima a reação da polícia em matar, com seis tiros, Thiago da Silva Viana, de 24 anos, perseguido após roubar um ônibus na segunda-feira. Usuário de crack e portador de transtorno bipolar, segundo a família, o rapaz roubou um ônibus estacionado no terminal da cidade de Trindade. Tomou o rumo da Avenida Perimetral, atravessou seis bairros em alta velocidade, bateu em quatro carros e foi parado duas horas depois, a tiros. Segundo a própria PM, foram disparados 16 tiros que perfuraram os pneus, a lataria e o tanque de combustível. O rapaz estava desarmado. "O ônibus estava parado e com os pneus estourados e continuaram atirando", disse José Carlos de Andrade, tio de Thiago. "Foram tentadas várias formas de conter o ônibus, mas o rapaz usou o veículo como uma arma", disse o coronel Divino Alves, porta-voz da PM.

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