PM estoura cativeiro e liberta jovem em Praia Grande

Um dos criminosos foi morto durante troca de tiros com policiais; vítima passa bem e já está em casa

EFE

15 de novembro de 2008 | 06h36

Após uma denúncia anônima, policiais militares das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (ROTA), estouraram, por volta das 22h desta sexta-feira, na cidade de Praia Grande, litoral sul paulista, um cativeiro no qual um jovem de 25 anos, filho de um comerciante dono de postos de gasolina, ficou por pelo menos 8 dias. Montado em um dos barracos da favela Caieiras, na rua Santa Clara, o cativeiro era vigiado por dois bandidos. Um deles, ao perceber a aproximação dos policiais, conseguiu fugir, mas o comparsa, W.R.J.A., armado com dois revólveres, calibres 38 e 45, teria atirado contra os PMs e foi baleado. Mesmo encaminhado para o pronto-socorro Quietude, no Hospital Municipal Adriano Bechara, o seqüestrador não resistiu e morreu. O nome do rapaz morto não foi divulgado pois o processo de legitimação através do exame das digitais ainda não foi encerrado. O caso foi registrado na Delegacia Anti-Seqüestro de Santos. A vítima passa bem e já foi encaminhada para casa. A polícia sabe que vários contatos já haviam sido feitos entre bandidos e familiares do rapaz, mas não foi informado quanto os criminosos exigiam pelo resgate nem detalhes sobre a abordagem e rendição da vítima.

Tudo o que sabemos sobre:
PRAIA GRANDESEQÜESTRO

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.