PM do Rio limitará uso de gás em protesto

O comandante da Polícia Militar do Rio de Janeiro, coronel Erir Ribeiro Costa Filho, afirmou ontem que a PM vai limitar o uso de gás lacrimogêneo para dispersar manifestantes e combater atos de vandalismo durante protestos na cidade.

Fábio Grellet / Rio, O Estado de S.Paulo

17 Julho 2013 | 02h02

Costa Filho admitiu que o gás foi usado de forma exagerada pela PM em alguns momentos nos últimos protestos. O coronel afirmou que os policiais que cometeram abusos serão identificados. Um deles já foi afastado do Batalhão de Choque.

Em duas manifestações, a PM lançou gás na porta de hospitais - no Souza Aguiar, em 20 de junho, e na Casa de Saúde Pinheiro Machado, em 11 de julho. O gás invadiu as unidades e causou incômodo a pacientes e funcionários. A PM alega que, no caso mais recente, usou as bombas para impedir que manifestantes invadissem o hospital. Policiais também terão curso promovido pela Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos

Ribeirão Preto. O empresário Alexsandro Ishisato de Azevedo, de 37 anos, foi indiciado por cinco crimes pela Polícia Civil. No dia 20, ele atropelou 13 pessoas e matou uma durante protesto em Ribeirão Preto (SP).

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