Plano não cobre anestesia

FUNDAÇÃO DE SEGURIDADE SOCIAL (GEAP)

O Estado de S.Paulo

09 de fevereiro de 2013 | 02h03

Sou agregado da Fundação de Seguridade Social (Geap) e pago cerca de R$ 500 por mês para ter acesso a atendimento médico e hospitalar. Em maio de 2012 encaminhei solicitação para realizar um procedimento cirúrgico e recebi a autorização para ser operado com a cobertura do plano. Segundo entendo, não há cirurgia desse tipo sem anestesia e, por isso, achava que os procedimentos anestésicos estariam cobertos. Não foi isso que ocorreu. Quando fui encaminhado aos anestesistas, cobraram-me R$ 100 pela consulta e R$ 750 pelos procedimentos de anestesia pré-cirúrgica. No balcão do hospital, disseram que eu poderia pedir reembolso. Entrei no site da Geap, baixei formulário e encaminhei a documentação solicitada. Sem nenhum tipo de informação sobre o caso, depositaram na minha conta R$ 82! Perguntei por que depositaram menos de 10% de minha despesa com anestesistas e a resposta foi de que se tratava da "tabela do plano". Insisti - fiz até denúncia formal na ANS - e recebi mais R$ 56. Para piorar, em 4/1 chegou a fatura de dezembro em que constava uma cobrança de R$ 16,80. Ao me informar, disseram se tratar de uma consulta com um "anestesiologista". Desde maio solicito ressarcimento, em vão. RUBEM ALEXANDRE MUNIZ FROSI / LAJEADO

A Geap não respondeu.

O leitor reclama: Recebi uma ligação da ouvidoria da Geap "garantindo" que a cobrança está de acordo com o plano. Como fiquei a ver navios, acabei mesmo cancelando os serviços da Geap. Decididamente, não valem a pena.

DESORGANIZAÇÃO DA LAN

Reembolso leva 105 dias

Tinha uma viagem para Lima, no Peru, com passagens compradas pela LAN em novembro de 2012. Por um óbito na família, tive de cancelar a viagem na última hora e, depois de entrar em contato com a LAN, fui informado de que em 60 dias eu receberia o reembolso das passagens. Esse prazo venceu e não fui reembolsado. Entrei em contato com a companhia e, para minha surpresa, solicitaram o envio da certidão de óbito e pediram mais 45 dias! Ora, terei de esperar 105 dias para receber o reembolso da LAN? Atendimento horrível e insensibilidade maior ainda. Por que não me pediram a certidão de óbito no primeiro contato?

MICHEL E. SCIAMA / SÃO PAULO

A LAN diz que houve um desencontro de informações por parte da equipe de atendimento, que não avisou o leitor a respeito da necessidade de encaminhar cópia do atestado de óbito para finalizar o reembolso. Informa que já tomou providências para que o reembolso seja finalizado com prioridade.

O leitor informa: Já estamos em fevereiro e até agora não recebi o dinheiro de volta!

TELEFÔNICA/VIVO

Interior de SP sem internet

Gostaria de registrar a indiferença da Telefônica/Vivo com os clientes que contrataram os serviços SMP para internet. Usava um tipo de modem e não mais conseguia acessar a internet na maior parte do dia. Disseram, então, para eu trocar o modelo do modem, com a promessa de que iria melhorar. Pura enganação, pois continuamos sem internet. Pelos sinais que o aparelho indica, fica claro a total falta de conexão. Infelizmente, a empresa é a única que atua na região de São Pedro.

ERNANI MONACO / SÃO PEDRO

A Telefônica/Vivo informa que o caso do leitor está sob verificação e acompanhamento técnico pela área responsável.

O leitor reclama: Até agora as ações efetuadas em nada melhoraram o acesso à internet; em alguns horários é impossível acessá-la. Não adianta ligar para a Telefônica/Vivo, pois a resposta é sempre a mesma: "Vamos fazer alguns testes", só que esses testes nada resolvem.

CET ALTERA RUA

Circulação limitada

Como a leitora sra. Claudia Musto (São Paulo Reclama, ed. de 8/2, pág. C2), também gostaria de saber o que a Prefeitura está fazendo na Rua Henrique Martins, que está cheia de "canteiros". Já há pouco espaço para os carros na cidade e são instalados canteiros na via? A CET diz que as alterações foram solicitadas pelos próprios moradores, que pagaram por elas, mas, sinto muito, não concordo. Se todos os moradores de bairros residenciais fizerem o mesmo, como as pessoas vão se locomover de carro? A meu ver, aquela rua é privilégio de poucos e, se pagaram ou não, não acho uma atitude democrática.

SÔNIA PIRRONGELLI / SÃO PAULO

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