Plano de habitação é questionado

No geral favorável, a Associação de Moradores da Baixa Pombalina questiona alguns pontos do plano, como o estímulo à habitação temporária. O plano é que 30% da superfície residencial seja usada para períodos curtos de estada, desde hotelaria - um prédio vai virar unidade cinco-estrelas - até residências estudantis ou empresariais. "Esses moradores têm necessidades diferentes tanto em relação ao espaço urbano quanto às atividades comerciais", diz António Rosado, da associação. Para Guida Pereira da Conceição, gerente de uma das cerca de 60 lojas históricas a serem conservadas, as regras para publicidade são positivas. "Essas lojas que retiram as portas, colocam vidros ou qualquer coisa nas vitrines descaracterizam o lugar."

Vitor Sorano, Simone Cunha / LISBOA ESPECIAL PARA O ESTADO, O Estado de S.Paulo

19 Dezembro 2010 | 00h00

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