Pista em más condições

CORREDOR AYRTON SENNA/CARVALHO PINTO

O Estado de S.Paulo

31 de janeiro de 2012 | 03h03

O piso da pista da direita da Rodovia Carvalho Pinto, sentido São Paulo, entre os pedágios de Caçapava e São José dos Campos, está tão ondulado que não é possível trafegar confortavelmente. Se você vai para a pista da esquerda, encontra todos querendo andar acima de 120 km/h, fora dos pontos de radar. O complexo Ayrton Senna/Carvalho Pinto tem mais de 30 anos e, por medida de economia, a base do leito carroçável foi executada para veículos leves. A concessionária abriu o tráfego para veículos pesados, o que piorou a situação. Fizeram remendos que acabaram afundando com o peso de caminhões. É exploração da concessionária cobrar pedágio nesse trecho.

FLAVIO MARCUS JULIANO / SÃO PAULO

A Ecopistas informa que, desde que assumiu a concessão da rodovia, em 2009, o tráfego de caminhões já era permitido. E a previsão é de que as intervenções no trecho citado pelo leitor sejam iniciadas no 2º semestre. Ressalta que já recuperou mais de 400 quilômetros de faixas de rolamento e, até julho de 2013, deve recuperar toda a malha viária do corredor. Sobre a fiscalização do excesso de velocidade, diz que é responsabilidade da Polícia Militar Rodoviária Estadual (PMRv).

O leitor comenta: No momento não me interessam os 400 quilômetros de faixas de rolamento recuperadas nem que os radares sejam de responsabilidade da PMRv. Não é isso que questiono. Se o tráfego é permitido a veículos pesados, que o pavimento seja adequado a eles. O que não é aceitável é pagar pedágio para trafegar em trecho deteriorado, danificando a suspensão do veículo, que talvez não resista até julho de 2013.

ESTAÇÃO SANTO AMARO

Difícil acesso à ciclovia

No dia 15/1 fui à ciclovia da Marginal Pinheiros e quis acessá-la pela Estação Santo Amaro do Metrô. Lá, o funcionário disse que era preciso pagar a passagem ou ir até a Estação Santo Amaro da CPTM. Como pagar por algo que não usaria? Só queria atravessar a passarela. Fiquei indignado! Paguei o bilhete e, na estação, disseram que eu não podia usar escada rolante. Subi pela escada comum, mas desci pela rolante. Um guarda me questionou, de forma rude. Perguntei o que era mais perigoso: levar a bicicleta na escada rolante ou carregá-la numa escada alta. Ele argumentou que a escada rolante poderia parar e provocar um acidente. Retruquei dizendo que, como ciclista, seguro o freio da bicicleta em escadas rolantes.

RODRIGO DE PAULA / SÃO PAULO

O Metrô informa que a travessia não fica em área de passagem pública, portanto o pagamento da tarifa é necessário. E que, atento às necessidades dos ciclistas, avalia estratégias para o deslocamento de bicicleta nas estações. (A partir do dia 4/2 as bicicletas poderão ser transportadas pelas escadas rolantes do Metrô e da CPTM)

O leitor reclama: Se o Metrô estivesse atento à necessidade do ciclista, já teria aplicado a passagem livre naquela estação.

MIRANDÓPOLIS

Árvores com risco de queda

Solicitamos a poda e a avaliação de árvores na Avenida Senador Casemiro da Rocha, bairro Mirandópolis, mas a subprefeitura nem sequer faz a vistoria. As árvores estão infestadas de cupins.

YVETTE K. ABRAO / SÃO PAULO

A Subprefeitura Vila Mariana informa que as podas foram feitas em 2011, em fevereiro, maio, julho e outubro, tendo atendido às solicitações em aberto e às recomendações dos engenheiros.

A leitora critica: Infelizmente, as árvores estão condenadas e só a poda não adianta. Muitas plantas têm mais de 50 anos, com risco de queda se chover forte. A poda feita foi mínima e não deu segurança aos moradores.

VIAÇÃO TUPI EM PERDIZES

Ônibus perturbam bairro

Há mais de um ano, moradores de Perdizes têm tentado uma solução para que os ônibus da Viação Tupi estacionados na Rua Vanderlei (ponto final) deixem de fazer do local pátio de manobras, oficina mecânica e mictório público. Já reclamamos na SPTtrans, que sempre diz que enviou funcionário ao local e não constatou irregularidade. Já recorremos ao promotor Saad Mazloum e ao secretário de Transportes, Marcelo Cardinale Branco, mas nada foi feito.

FERNANDO G. CARVALHO

/ SÃO PAULO

A SPtrans não respondeu.

O leitor comenta: O problema persiste. Temos registrado as reclamações no site da SPTrans, mas a resposta é sempre a mesma: "Em análise".

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