Pesseghini: perícia reforça tese de suicídio

Peritos do Núcleo de Crimes contra a Pessoa do Instituto de Criminalística (IC) concluíram que a posição do corpo de Marcelo Pesseghini, de 13 anos, encontrado morto com mais quatro familiares, é compatível com suicídio. Para a polícia, o garoto é suspeito de ter assassinado a tiros os pais, a avó, a tia-avó e, depois de ir à escola pela manhã, se matar.

O Estado de S.Paulo

31 de agosto de 2013 | 02h13

A conclusão é com base no que viram ao menos sete peritos que estiveram na cena do crime, na casa dos pais do garoto, o sargento da Rota Luís Marcelo Pesseghini, de 40 anos, e a cabo da PM Andréia Bovo Pesseghini, de 36.

O Estado ouviu peritos que participaram da coleta de provas. Marcelo foi encontrado morto com um tiro na cabeça e uma pistola .40, que pertencia à sua mãe, na mão esquerda. Ele era canhoto. O IC também concluiu que o local onde se concentrou a perícia foi preservado. "Não tive notícia nos laudos de que alguma perícia pudesse ter sido prejudicada", disse ao Estado a superintendente do órgão, Norma Sueli Bonaccorso.

"É um caso triste, mas não complicado", disse Norma, sobre as suspeitas levantadas acerca da autoria do crime. Os laudos técnicos foram enviados ao secretário da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira.

Um dos resultados mostra que os familiares de Marcelo não estavam dopados, apesar de o pai do menino ter apresentado uma pequena concentração de álcool no sangue. / L.B.F.

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