Pesquisadores da USP usam tecnologia para checar conservação de monumentos

PATRIMÔNIO

, O Estado de S.Paulo

31 Janeiro 2011 | 00h00

Com lanterna ultravioleta e medidor de ultrassom, pesquisadores do Instituto de Geociências da USP pretendem mostrar como está a conservação dos cerca de 400 monumentos da capital. Entre dezembro e a primeira semana de janeiro, a USP comprou quatro equipamentos. A lanterna é usada para detectar materiais orgânicos na superfície das esculturas, como uma pintura equivocada. O ultrassom diagnostica a "saúde" do mármore ou do granito. Os outros dois aparelhos medem cor (espectrofotômetro) e resistência (esclerômetro) do mineral. A Prefeitura diz que o trabalho poderá ajudar a planejar intervenções nas estátuas. Mesmo sem os equipamentos, manchas, rachaduras e ferrugem foram detectadas em 15 obras do centro, em estudo feito a olho nu entre 2004 e 2009 pela professora do Departamento de Mineralogia e Geotectônica Eliane Aparecida Del Lama. "O equipamento vai afastar a variável da opinião pessoal e criar um patamar para avaliações posteriores."

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