Pérola Negra e Dragões da Real. Na noite das homenagens, as mães em 1º lugar

O segundo dia de desfiles em São Paulo começou com uma homenagem a todas as mães - e terminaria com a homenagem da Gaviões a Lula. A Dragões da Real, também uma escola de samba vinda de uma torcida organizada (a do São Paulo), fugiu dos clichês do carnaval e não trouxe nenhuma ala citando temas indígenas ou africanos. No lugar disso, abusou de homenagens à mãe natureza e às mães de várias espécies de animais.

O Estado de S.Paulo

19 de fevereiro de 2012 | 03h01

Os destaques foram as alas com fantasias de abelhas, cangurus e elefantas. A comissão de frente, que tem a missão de levantar a arquibancada, encenou um parto na avenida. A mãe natureza, representada pela dançarina Ariane Trindade, de 22 anos, teve ajuda dos integrantes da comissão, com fantasias que representavam a seiva da vida. A arquibancada corintiana se portou de maneira exemplar. Só aos 61 minutos, quando a Dragões saiu, cantou "Timão eôôô...".

A Pérola Negra, 2ª escola da noite, homenageou a cidade de Itanhaém, que faz 100 anos em abril. O grande carro abre-alas, simbolizando uma nau portuguesa, empolgou. Surpreendentemente, a ala das baianas veio logo atrás da comissão de frente. Jaqueline Khoury brilhou como madrinha da bateria.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.