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Perito de SP será instrutor nos EUA

O superintendente da Polícia Científica de São Paulo, Celso Perioli, vai mostrar por que a perícia criminal paulista está na contramão da situação nacional. Em outubro, será instrutor do Criminal Scene Investigation (CSI).

Elvis Pereira, O Estado de S.Paulo

15 de agosto de 2010 | 00h00

Quando assumiu a superintendência, em 1998, Peroli recebeu dois institutos defasados. Em 1999, mais da metade da frota do Instituto Médico Legal estava parada. No Instituto de Criminalística, em 2001 a máquina de análise de projéteis operava desregulada. Em 2004, a falta de funcionários atrasava investigações.

Aos poucos, chegaram cromatógrafos e espectrômetros, equipamentos capazes de identificar microvestígios sem destruí-los. Neste ano, foram comprados 180 veículos para o IC. Mas ainda há problemas. Estudo apontou o déficit de 1.020 funcionários nos dois institutos. Perioli diz já ter solicitado as contratações. Hoje, são 3.240.

Os resultados em São Paulo despertaram a atenção do americano Charles Saba, chefe do U.S. Police Instructor Teams, que treina policiais nos EUA. No ano passado, Perioli passou por lá como aluno. Em dois meses, voltará como o primeiro perito brasileiro a atuar no CSI. "O trabalho dele é fora de série", diz Saba.

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