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'Perder um filho é uma dor sem limite', diz Geraldo Alckmin

Governador de São Paulo agradeceu mensagens de solidariedade; Thomaz Alckmin morreu em acidente de helicóptero na última quinta

O Estado de S. Paulo

08 Abril 2015 | 23h29

SÃO PAULO - Logo após a missa de sétimo dia de Thomaz Alckmin, o governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) postou uma mensagem em sua página no Facebook sobre a morte do caçula. "Perder um filho é uma dor sem limite. Só a fé e a solidariedade dos amigos nos ajudam a suportá-la neste momento". Thomaz Alckmin morreu em um acidente de helicóptero na última quinta-feira, em Carapicuíba.  

No texto, publicado junto com uma foto do governador ao lado do filho, Alckmin disse que acabara de retornar da missa de sétimo dia de Thomaz e agradeceu a todos pelas mensagens de apoio e carinho. "Elas estão sendo muito importantes para nossa família neste momento".

Mais cedo, Lu Alckmin, mulher do governador, havia publicado em seus perfis no Facebook, no Instagram e no Twitter, uma foto de Thomaz, com agradecimentos às mensagens de apoio e solidariedade que recebeu nos últimos dias. O texto reproduzia a reflexão "O amor não desaparece jamais", de Santo Agostinho.

Missa. Alckmin falou nesta quarta pela primeira vez sobre a morte do filho após a missa de 7.º dia realizada na Igreja Nossa Senhora do Brasil, no Jardim Europa, zona sul de São Paulo. Ele fez uma declaração de agradecimento e se retirou em seguida. 

“Quero dar uma palavra de agradecimento pelas orações, pelo carinho e pelo apoio que confortam o coração de toda a nossa família nesses dias tão difíceis”, afirmou o governador. “Thomaz teve uma vida iluminada. Era um filho carinhoso, pai amoroso, jovem batalhador, trabalhador, amigo fiel que deixa duas filhas muito lindas, a Isabela e a Júlia. Em nome da nossa família, nós queremos agradecer toda a solidariedade, todas as orações nesse momento tão difícil. Muito obrigado a todos.”

A missa foi celebrada pelo bispo diocesano de Santo Amaro, d. Fernando Antônio Figueiredo, e durou cerca de uma hora. Estiveram presentes amigos, familiares e políticos. A igreja já estava lotada pouco depois das 19h30, e a maioria teve de assistir à missa em pé.

Muitos políticos compareceram, sobretudo do PSDB, incluindo o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e os senadores José Serra e Aloysio Nunes. Também marcaram presença os senadores Marta Suplicy (PT-SP) e José Agripino (DEM-RN), além do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski. Na fila de condolências ainda havia grande número de deputados e secretários estaduais e o vice-governador Marcio França (PSB). 

Na saída, Alckmin, dona Lu, os filhos, Geraldo Alckmin Neto e Sophia, receberam os cumprimentos dos presentes.

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