'Pensamos que tinham soltado bombinha', relata estudante

"No começo, pensamos que tinham soltado bombinha, como já aconteceu algumas vezes, e começamos a rir. Depois, saiu todo mundo para o corredor e vimos o D. caído perto da escada com sangue escorrendo. Todo mundo se assustou." G., DE 15 ANOS, DO 9.º D, QUE ESTUDA NA SALA AO LADO

O Estado de S.Paulo

23 de setembro de 2011 | 03h00

"Quando deixamos a escola, vimos que a polícia tinha fechado a rua. Tinha um monte de pais na porta, preocupados. Nunca pensei que isso pudesse acontecer lá. A escola é muito boa. É até difícil de conseguir uma vaga." N., ALUNA DO 9.º ANO

"Deveriam ter prevenido, sim. A partir do momento em que o pai notou a falta da arma, deveria ter vindo aqui e revistado a bolsa do menino... poderia ainda ter detector de metal e revista rigorosa." SHIRLEI NASCIMENTO, DE 35 ANOS, MÃE DE UM ALUNO DO 9.º ANO

"Eu acho que não dava para prevenir. O pai que tinha de ver o que estava acontecendo com o filho." ELIAMAR ALVES DA SILVA, DE 46 ANOS, DOMÉSTICA, MÃE DE ALUNO DO 9.º ANO

"O menino subiu a escada e, lá no alto, disparou contra a própria cabeça e rolou pela escada (que fica no corredor). Tinha muito sangue jorrando da cabeça e o corpo dele ficou tremendo." G. ESTUDANTE DE 17 ANOS, DO 9.º ANO

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.