Pendência inexistente

CPFL PAULISTA

O Estado de S.Paulo

19 de junho de 2012 | 03h04

Tenho uma casa alugada e, segundo a CPFL Energia, há uma conta de R$ 93,90 (referente a janeiro de 2011) não paga. O inquilino, no entanto, tem o comprovante do pagamento da conta. A empresa informou que eu teria de comparecer à CPFL de Botucatu (cidade vizinha ao município onde moro) para resolver o problema. Pois bem, em 3/5 perdi um dia de trabalho para ir à unidade de Botucatu. Lá, a atendente disse que havia dado baixa na conta e que o problema estava resolvido. No entanto, ao verificar no sistema da companhia, a conta ainda consta como não paga. Entrei em contato de diversas maneiras com a CPFL (via e-mail, telefone e ouvidoria), mas ninguém me responde. Sei que não tenho como ir de novo a Botucatu e resolver um problema criado pela CPFL.

HELIO CASERTA PARAVANI / SÃO MANUEL

A CPFL Paulista esclarece que, por um problema de digitação do código de barras da conta do leitor, o valor da conta foi repassado para outro convênio. Informa que já solicitou a devolução do crédito para a regularização da conta do consumidor. Ressalta que a negativação do nome do leitor no órgão de proteção ao crédito foi excluída.

O leitor contesta: A conta paga continua constando no sistema como não paga, embora eles já tenham recebido o comprovante de pagamento. A resposta da CPFL dizendo que o problema seria resolvido é de meados de maio, mas já estamos em meados de junho e o problema persiste. Há um mês, um funcionário da companhia entrou em contato comigo prometendo resolver o caso, mas até agora nada foi feito.

PATRIMÔNIO

Monumento ameaçado

Como cidadão de São Paulo, alerto sobre a ocorrência de atos de vandalismo contra o Monumento às Bandeiras. Nos fins de semana o monumento se torna um verdadeiro "parquinho de lazer" para transeuntes que se esquecem do valor simbólico e histórico da obra de arte. Num domingo de maio, observamos a infeliz tentativa de indivíduos que tentavam andar com bicicletas sobre a estátua. Acredito que, em breve, perderemos mais um símbolo de nossa cidade, caso medidas de proteção não sejam tomadas pelas autoridades.

FERNANDO KAY / SÃO PAULO

A Secretaria Municipal de Segurança Urbana informa que a

Guarda Civil Metropolitana (GCM) realiza rondas sistematicamente no Parque do Ibirapuera e no Monumento às Bandeiras. Afirma que a população, ao constatar atos de vandalismo, pode auxiliar por meio do telefone 153, da GCM,que funciona 24 horas.

O leitor relata: Acho que estas rondas não têm sido tão frequentes assim, pois esta cena vem se repetindo.

PARQUE DO IBIRAPUERA

Cadê as aves dos lagos?

Sou frequentador assíduo do Parque do Ibirapuera e tenho notado que a cada dia há menos aves nos lagos. Diminuiu a quantidade de gansos brancos e cinzas e de cisnes pretos e brancos. Outras aves simplesmente sumiram, como os belos patos de plumagem marrom e patas cor-de-rosa. Em compensação, há centenas de urubus por todos os lados. Será que vão nos tirar até mesmo o que resta da nossa paisagem lúdica?

EDUARDO G. S. MENDES

/ SÃO PAULO

A Divisão de Fauna da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente informa que, periodicamente, é necessário realizar o manejo de avifauna dos lagos de todos os parques municipais, por causa da capacidade dos lagos e qualidade das águas. Quanto aos urubus, esclarece que são animais silvestres nativos e protegidos pela Constituição Federal e pela Lei de Crimes Ambientais. Embora a população não aprecie essa espécie, por seu comportamento e aspecto não muito atraente, ela desempenha um importante papel na remoção de detritos em decomposição na natureza, na maioria das vezes deixados pela própria população.

O leitor comenta: Em nenhum momento sugeri que retirassem os urubus do lago, pois sei bem da importância desta espécie. Gostaria que a Divisão de Fauna da secretaria explicasse como a retirada de animais vai melhorar a qualidade da água. Que eu saiba, o problema é o esgoto que vem do Córrego do Sapateiro, além dos detritos e lixo (garrafas pet, pacotes de salgadinhos, etc.) deixados pela população. Também gostaria de saber para onde foram as aves retiradas do lago e quando elas voltarão ao parque. E ressalto que só obtive essa resposta dos responsáveis pela administração do Parque do Ibirapuera por causa da intervenção da Coluna!

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