Hélvio Romero/AE-28/1/2011
Hélvio Romero/AE-28/1/2011

''Pela web, entrei na lista telefônica da Croácia e encontrei um primo''

Luciana Gerbovic Amiky, ADVOGADA, DE 35 ANOS, ACHOU PARENTES DISTANTES NA INTERNET

, O Estado de S.Paulo

22 Fevereiro 2011 | 00h00

"Meu avô, Ivan Gerbovic, nasceu na antiga Iugoslávia, na cidade de Dakovo, em 1920. A mãe dele era empregada da família Gerbovic e engravidou do filho do patrão. A família permitiu que meu avô recebesse o nome Gerbovic, desde que a criança e a mãe não os procurassem mais. Minha bisavó veio para o Brasil sozinha. Meu avô só veio para o Brasil adolescente. 

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Aqui, Ivan casou-se em 1944 com Miroslava Dragojevic Bosko, também iugoslava. Em 1945, nasceu meu pai, José Gerbovic. Por volta de 1948, os três foram para a Iugoslávia e moraram alguns anos lá. Eles foram atrás de familiares, mas não foram recebidos. De volta ao Brasil, nunca mais ninguém soube dos Gerbovics que ficaram na Iugoslávia. Meu pai foi algumas vezes para a Iugoslávia e a atual Croácia e sempre procurava por Gerbovic na lista telefônica, sem sucesso.

Em 2004, com a internet, entrei numa lista telefônica da Croácia e achei o telefone e o endereço de um homem chamado Franjo Gerbovic. Dei o telefone para o meu pai, a comunicação foi difícil por causa da língua. Meu pai então mandou uma carta em inglês e começou uma troca de correspondência. Descobrimos que Franjo era um primo distante do meu avô.

No ano passado, minha irmã jogou o nome Gerbovic no Facebook e encontrou Dario Gerbovic, com mais ou menos 30 anos. Descobrimos que ele é sobrinho-neto do Franjo. Finalmente estamos encontrando mais pessoas dessa família."

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