AMANDA PEROBELLI/ESTADAO
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Pela 2ª vez em menos de uma semana, vidros da Raia Olímpica da USP amanhecem quebrados

Segundo a Prefeitura de São Paulo, instituição registrará boletim de ocorrência e pedirá que seja realizada perícia no local

Jéssica Otoboni, O Estado de S.Paulo

20 Abril 2018 | 07h00
Atualizado 24 Agosto 2018 | 15h37

Mais três partes do muro de vidro que separa a Marginal Pinheiros e a Raia Olímpica da Universidade de São Paulo (USP), na zona oeste de São Paulo, amanheceram quebradas nesta sexta-feira, 20. De acordo com a Prefeitura, a instituição registrará boletim de ocorrência e pedirá que seja realizada perícia no local.

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As áreas dos painéis que foram danificados ficarão isoladas pela perícia e, em seguida, as peças serão substituídas.

Na quarta-feira, uma parte da estrutura também amanheceu quebrada e, segundo a Prefeitura, foi trocada por outro painel que seria utilizado na obra de extensão do muro, que deverá ter 2,2 quilômetros com a inauguração de outro trecho até maio.

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Na ocasião, um vigilante da USP registrou um boletim de ocorrência sobre o caso. Em depoimento, ele alegou ter abordado um homem circulando próximo à Raia Olímpica por volta das 2h da madrugada. Questionado, o homem teria alegado estar procurando a bolsa de uma mulher. Em seguida, ele foi orientado a sair pela portaria, mas acabou fugindo ao saltar pelo muro.

Os painéis são de vidro temperado e têm 3,15 metros de altura, 1,8 metro de largura e 12 milímetros de espessura, com película de proteção. A obra, inaugurada no dia 4 de abril pelo então prefeito João Doria (PSDB), custou R$ 15 milhões, e, segundo a Prefeitura, foi custeada por 45 empresas.

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