Pedestres sem calçada

VILA EMA - SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

O Estado de S.Paulo

01 Março 2013 | 02h04

Relato o problema que moradores da Vila Ema, em São José dos Campos, têm enfrentado. Na Avenida Jorge Zarur, n.º 315 (terreno onde está sendo construído o empreendimento Celebrity Vila Ema), não há calçada adequada para pedestres. Como o nível do terreno se encontra acima do nível da calçada, quando chove a calçada fica coberta de lama. Além disso, na parte onde não há passeio foi instalada apenas uma "concretagem" improvisada para auxiliar a passagem dos caminhões da obra. Pedestres têm de optar entre passar "grudados" no caminhão ou pelo acostamento da avenida, que é um dos principais corredores viários da cidade. Para uma pessoa idosa ou com necessidades especiais, é impossível transitar no local.

ROBERTO BENEDITO DA SILVA / SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

A Prefeitura de São José dos Campos informou que faria em 21/2 a recuperação da calçada na Av. Jorge Zarur e construiria uma rampa de acesso para pedestres. Após visita do secretário de Serviços Municipais, Antônio Carlos Wolff Nadolny, e de técnicos da secretaria, ficou decidido que será feito estudo para avaliar a possibilidade de construir calçadas em trechos de fluxo intenso de veículos. Sobre a calçada do Celebrity Vila Ema, representantes do empreendimento se comprometeram a fazer a limpeza e a recuperação da calçada e a antecipar a construção da via de acesso ao prédio.

O leitor reclama: Eles apenas completaram uma parte da calçada, que, se chover, continuará coberta de lama, já que o terreno está aterrado em nível acima dela. Como não há um muro no local, a lama e a água suja escoam sob a proteção metálica e se acumulam na calçada, tornando-a escorregadia.

SANTO AMARO

Passeio em péssimo estado

Sou cadeirante e já reclamei sobre uma calçada imprópria para transitar. Esta calçada fica na travessa da Rua Jurci Soares Sebastião com a Avenida Amador Bueno, entre a Uninove e o Sesc Santo Amaro. Na época, a Subprefeitura Santo Amaro disse que o dono do estacionamento tinha sido autuado, com prazo imediato para executar a recuperação da calçada, mas fui recentemente ao Sesc e nada mudou.

PAULO SCARPELLI

/ SÃO PAULO

A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras informa que o prazo para execução da reforma no passeio é imediato e, caso não seja realizado, novas autuações serão emitidas mensalmente. Uma vistoria será feita no local e, constatadas as irregularidades, o proprietário será multado novamente.

O leitor informa: O problema continua.

CET - O MESMO DESCASO

Estacionamento irregular

Solidarizo-me com o leitor sr. Paulo Bonadia (São Paulo Reclama, ed. 13/2, pág. C2). Na Avenida Zaki Narchi, no trecho entre a Avenida Otto Baumgart e a Praça Orlando Silva, ocorre o mesmo descaso por parte da CET. As lojas usam a calçada como estacionamento, deixam pouco ou nenhum espaço para pedestres e a CET nada faz.

ALEXANDRE FONTANA

/ SÃO PAULO

A CET informa que a Av. Zaki Narchi é fiscalizada periodicamente - em 2012 foram registradas 53 autuações e 32 remoções por estacionamento irregular. Independentemente disso, a companhia vai intensificar a fiscalização no local.

O leitor informa: Passei na Avenida Zaki Narchi nessa quarta-feira (27/2) e vi uma viatura da CET pedindo para que as pessoas tirassem os carros da calçada. Agora só me resta aguardar para ver se a fiscalização será rotineira.

SANTO ANDRÉ

Falta de luz é constante

Em 6/2 o fornecimento de energia no bairro Campestre, em Santo André, foi interrompido às 9h25, sem prévio aviso. Quando liguei para a AES Eletropaulo para reclamar, uma gravação informava que a luz seria restabelecida às 13h30. Como a gravação já estava pronta, entendi que se tratava de manutenção programada. A Eletropaulo não teria a obrigação de informar, antecipadamente, sobre o corte?

MIGUEL IZIDORO / SANTO ANDRÉ

A AES Eletropaulo esclarece que a interrupção de energia ocorreu por queda de galhos de árvore na rede elétrica. Não houve desligamento programado no local.

O leitor reclama: O descaramento da concessionária é tamanho que nenhuma providência será tomada por eles ou pela Aneel. O que impera é a falta de respeito, fruto da impunidade. A Aneel, que deveria nos defender, se limita a repassar os argumentos vazios da Eletropaulo, qual um garoto de recados.

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