Pedestre cai e se machuca

SANTANA - BURACO NA RUA

O Estado de S.Paulo

27 de fevereiro de 2013 | 02h03

Na Rua Doutor Olavo Egídio, na esquina do cruzamento da Rua Voluntários da Pátria, 2.299, em Santana, tem um buraco enorme na faixa de pedestres. Resultado: ao atravessar a rua, os pedestres prestam atenção nos carros e no semáforo e acabam caindo na cratera. Segundo comerciantes da região, várias pessoas se acidentam no local todos os dias e ninguém toma providências. Em novembro, eu fui a vítima: caí e bati o queixo no chão, o que me custou a perda de dois dentes. A Prefeitura diz que o buraco é de responsabilidade da Telefônica/Vivo. Afinal, de quem é a responsabilidade?

MARIA DA GRAÇA NOGUEIRA / SÃO PAULO

A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras informa que a Subprefeitura Santana/Tucuruvi vistoriou o local e constatou que foi executado o reparo do buraco provocado pela obra da rede de telefonia.

A leitora comenta: O problema foi resolvido, mas depois de muita lengalenga. Mas questiono também a responsabilidade da Telefônica/Vivo, pois em novembro a Subprefeitura Santana/Tucuruvi informou à Coluna: "A irregularidade no cruzamento das Ruas Doutor Olavo Egídio com a Voluntários da Pátria se trata de um desnivelamento da tampa de um Poço de Visita (PV), que causou fissuras na via. O PV é de responsabilidade da Telefônica, que já foi acionada e deve providenciar os devidos reparos no local". Tenho recebido ligações da Telefônica/Vivo dizendo que "o buraco não é da Telefônica/Vivo e que eu vá procurar o dono do buraco". Quanto despreparo! A empresa insiste em se isentar da responsabilidade.

REDE PÚBLICA DE ENSINO

Matrícula fictícia

Meu filho vai fazer 4 anos em março e estudou no Centro de Educação Infantil (CEI) Pinheiros até o final de 2012, quando a escola disse que eu teria de fazer a matrícula dele na Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Antônio Branco Lefevre. Fiz a matrícula dele em 26/11/2012 e fiquei tranquila, pois ele ia estudar ao lado de casa. Mas ao levá-lo para a escola no primeiro dia de aula, soube que não havia vaga para ele nem para outras 5 crianças do CEI Pinheiros! E agora, o que devo fazer? Meu filho precisa estudar e não tenho condições de pagar uma escola particular. Ligo todos os dias para a escola e eles dizem que só vai haver vaga se alguém desistir. Estou desesperada, pois preciso trabalhar e ele, estudar! Não sei mais o que fazer!

MARIA APARECIDA RANGEL

/ SÃO PAULO

A Diretoria Regional de Educação Butantã informou que a criança G. S. foi encaminhada para a Emei Antônio Branco Lefevre. A família deverá procurar a unidade, para efetivar a matrícula.

A leitora desmente: O problema não foi resolvido, de jeito nenhum! Liguei para a escola e eles disseram que têm pessoas que esperam por uma vaga por até 6 meses. Fiz a matrícula na Emei só por fazer, pois disseram que não há vaga por enquanto. Nada foi resolvido, tudo não passa de um jogo de palavras! Fui até a Diretoria Regional do Butantã para tentar alguma solução, mas de nada adiantou.

PROBLEMA RECORRENTE

Falta de vaga em creche

Mais uma vez busco ajuda a um problema recorrente, que é a falta de vaga nas creches na rede pública de ensino de São Paulo. Sou pai de gêmeos, mas só consegui vaga em creche para um dos meninos, de 4 anos. A procura pelas vagas começou em outubro, quando minha mulher os inscreveu na creche Gilberto Chave, no bairro Jardim Boa Vista, Butantã. A resposta veio em janeiro, quando soube que teria de aguardar na fila de espera. De lá para cá, minha mulher tem perdido muitos dias de serviço. Não temos com quem deixar nossos filhos. Ela procurou ainda a administração da creche, no dia 20/2, mas foi informada de que teria de esperar de dois a três meses para saber se conseguirá ou não a vaga. Há outras criança na mesma situação. A Secretaria Municipal da Educação foi notificada, mas passou a mesma informação. Uma vergonha! Estou pensando em recorrer à Justiça.

PAULO HENRIQUE NASCIMENTO

/ SÃO PAULO

A Diretoria Regional de Educação Butantã informou que a criança foi encaminhada para a Emei Gilberto Chaves. A família deverá procurar a unidade, para efetivar a matrícula.

O leitor confirma: Fico imensamente grato pela ajuda! Se não fosse o Estadão, tudo ficaria igual, sem solução, e eu, sem nenhuma explicação.

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