Pedágio deve ficar em R$ 8,50 e custará menos na rodovia

Geraldo Alckmin (PSDB) recebeu o atual projeto ainda no ano passado e se mostrou receptivo. "O governador já conhece. Ele teve ciência desses estudos", garante o diretor-superintendente da Ecovias, Humberto Gomes. Oficialmente, o projeto deverá ser protocolado na administração estadual só neste mês.

Eduardo Reina, O Estado de S.Paulo

04 Março 2011 | 00h00

Uma das preocupações atuais do governador é definir um novo índice de reajuste das tarifas de pedágio e diminuir os valores. Ele disse na semana passada que esse trabalho de revisão poderá acarretar até mesmo a prorrogação dos contratos de concessão. Como a nova ponte não consta do contrato de concessão da Ecovias, deverá ser buscado um aditivo ao contrato da Ecovias. A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transportes do Estado (Artesp) informou que será preciso fazer a análise técnica e econômico-financeira da proposta, para buscar um novo equilíbrio financeiro do contrato - o que poderia resultar na prorrogação.

O pedágio da nova ponte deverá ter valor similar ao adotado atualmente na Piaçaguera: R$ 8,50. Para tanto, a Ecovias trabalha com a hipótese de readequar o valor na estrada, uma vez que está prevista a diminuição de tráfego. "A ponte vai ter influência no pedágio de Santos. Haverá perda de receita e isso precisará ser repensado pelo governo. Para definir o valor da cobrança na ponte, é necessário equalizar isso. A ponte e a Piaçaguera não terão os mesmos valores", disse o diretor-superintendente.

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