PCC estaria por trás de ações violentas nos últimos meses

Protestos violentos e conflitos se tornaram recorrentes na região do Jaçanã e da Vila Maria, na zona norte, nos últimos meses. Em julho do ano passado, no auge da crise envolvendo o "mata-mata" entre policiais militares e integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC), um soldado da Rota foi baleado com três tiros de fuzil. Dois dias depois, a 200 metros do local do atentado, seis jovens foram mortos. Moradores acusaram PMs pela chacina.

CENÁRIO: Bruno Paes Manso, O Estado de S.Paulo

30 de outubro de 2013 | 02h10

Em dezembro, ainda no Jaçanã, um ônibus foi queimado com duas pessoas dentro, que acabaram morrendo. A ação dos criminosos, que segundo moradores foi liderada por integrantes da facção, ocorreu em represália à morte de uma pessoa suspeita de ser traficante, atingida durante abordagem policial.

Na onda de protestos de junho, as manifestações na Vila Curuçá, na zona norte, também provocaram vítimas de arma de fogo. Um sargento que escoltava os manifestantes foi atingido por um tiro de fuzil supostamente disparado do alto da Favela Marconi. No dia seguinte, quatro fuzis foram apreendidos na região. Autoridades de segurança e moradores afirmam que o PCC é forte nessa área da zona norte.

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