Paulistices

Curiosidades da metrópole

Edison Veiga, O Estado de S.Paulo

08 de agosto de 2011 | 00h00

ALÔ!?

Blitz nos orelhões da Av. Paulista

Você costuma usar orelhão? Em seus quase 3 km de extensão, a Avenida Paulista tem 80 telefones públicos. Na tarde da última terça-feira, a coluna testou todos: 13 deles não estavam funcionando - pouco mais de 16%. E 55 deles - quase 70% - ostentavam adesivos "publicitários", digamos assim: na maioria, oferecendo serviços de prostituição, mas havia um sebo que dizia comprar livros usados e até propaganda de uma banda musical desconhecida. De acordo com uma etiqueta verde-limão fixada pela operadora nos aparelhos, todos tinham sido higienizados pela última vez no dia 26 de julho.

E, em um tempo em que praticamente todo mundo tem celular, quem são os fregueses dos orelhões? Durante as duas horas que a reportagem levou para fazer esse raio X na Paulista, foram flagrados três usuários: um rapaz engravatado que afirmou ter esquecido seu celular em casa, uma moça que disse não possuir créditos em seu aparelho pré-pago para ligar para ninguém e uma senhora que disse: "Seu moço, que não tenho celular, não; mas olha só, agora não dá para conversar com você porque estou no telefone com minha cunhada".

OLHA SÓ...

Olhares paulistanos. No último sábado, a editora Andross lançou a coletânea Universo Paulistano - Contos e Crônicas de Uma Cidade Que Nunca Dorme. São dez histórias, assinadas por dez autores diferentes, sempre tendo São Paulo como pano de fundo. De acordo com o editor da obra, o objetivo é mostrar uma capital paulista muito maior do que a esquina entre as Avenidas São João e Ipiranga.

Repeteco. Esta é a terceira vez que a Andross publica uma coletânea com sotaque paulistano, tendo a cidade como homenageada. No mesmo evento, a editora comemorou seu sétimo aniversário.

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