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Em 4 anos, apenas 8 km de asfalto

, O Estado de S.Paulo

26 de julho de 2010 | 00h00

A capital paulista começou a testar o chamado "asfalto de borracha" em sua malha viária urbana no ano de 2006. O material, que leva na composição 15% de pó de pneu, foi utilizado em um trecho de 2,5 quilômetros da Avenida Olavo Fontoura (na foto acima), na zona norte.

De lá para cá, entretanto, o projeto não evoluiu muito. Quatro anos se passaram e a cidade conta apenas com 8 quilômetros de "asfalto de borracha". Além da já citada Olavo Fontoura, esse tipo de pavimento está na Praça Campo de Bagatelle (786 metros); Ruas Major Major Natanael, Itajobi e Capivari (1.058 metros); Rua Libero Badaró (670 metros); Viaduto do Chá ( 240 metros); Rua Tajurás ( 500 metros); alça da Ponte Cidade JArdim (366,7 metros); alça da Ponte Cidade Universitária (1.526 metros); e Rua Boa Vista (550 metros).

O "asfalto de borracha" já é bastante utilizado em cidades europeias e em algumas rodovias brasileiras. Ecologicamente correto - por aproveitar, em sua composição, pneus velhos e ter vida útil duas vezes maior -, conta ainda a seu favor o fato de ajudar a reduzir o barulho causado pelo tráfego.

Qual é o prédio mais alto de São Paulo?

São 50 andares em 170 metros de altura - 10 metros a mais que o Edifício Itália. O Edifício Palácio W Zarzur, inaugurado em 1966, abriga 146 lojas, 812 salas e 60 salões comerciais. Saiu da prancheta do engenheiro Waldomiro Zarzur - mesmo criador do polêmico São Vito.

E o maior cemitério?

É o da Vila Formosa. Com 87 mil sepulturas distribuídas em uma área de 760 mil metros quadrados. O segundo maior em área é o da Vila Nova Cachoeirinha (350 mil metros quadrados). Em vagas, o São Luiz (com 40 mil).

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