Paulistano é pego de surpresa pela greve do Metrô

Durante a manhã deve ser realizada assembléia que pode pôr fim à paralisação da categoria

Ricardo Valota,

14 de junho de 2007 | 07h32

A maior parte dos usuários que chegavam na manhã desta quinta-feira, 14, nos principais terminais das linhas da Companhia do Metropolitano (Metrô) (Jabaquara, Tucuruvi, Itaquera, Barra Funda) era pega de surpresa com o fechamento do acesso das catracas em razão da greve dos funcionários.   A paralisação foi decretada na noite de quarta-feira, 13, após uma reunião que terminou sem acordo com a direção da companhia e a Secretaria Estadual dos Transportes Metropolitanos.   A greve, que deve durar até às 12 horas desta quinta-feira, de acordo com o sindicato da categoria, com o qual o governo entrou num acordo na madrugada, fazia com que os usuários acostumados a usar os trens do Metrô ficassem perdidos ao chegarem nos terminais. Muitos não sabiam qual ônibus ou qual linha da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) usar para chegar ao seu destino.   Segundo a assessoria de imprensa do Metrô, até às 6h30 desta manhã não havia sido registrado qualquer incidente nas estações pelas quais se dá o acesso aos terminais de ônibus e da CPTM.   O trânsito seguia normal para o horário nas principais ruas e avenidas da capital paulista. O rodízio de veículos foi suspenso pela CET tanto para o horário da manhã quanto para o do final da tarde, com isso, carros com placas final 7 e 8 podem circular pelas ruas da capital em qualquer horário do dia.

Tudo o que sabemos sobre:
Metrôparalisação

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.