Patrulhamento faz crime migrar para o entorno do câmpus

Doze dias após o reforço policial na Cidade Universitária, a PM já identificou uma migração do crime para endereços vizinhos à USP, como a Avenida Heitor Antônio Eiras Garcia e trechos da Corifeu de Azevedo Marques. Um dos pontos considerados críticos pela corporação é a entrada da Favela São Remo. Ali, quatro pedestres foram assaltados nos últimos dias. "Esse efeito migratório era esperado", avalia o tenente coronel José Luiz de Souza, comandante do 16º Batalhão, responsável pela área.

Camilla Haddad, O Estado de S.Paulo

31 Maio 2011 | 00h00

Segundo ele, após a identificação dos casos na parte externa da USP, também houve intensificação do policiamento. "Na Eiras Garcia temos casos perto das repúblicas (dos alunos) e casos de abordagens nas proximidades da São Remo, abaixo do Hospital Universitário." O policial não adiantou os números de casos das outras vias.

Em uma ou duas semanas, o oficial diz que vai fazer um novo levantamento das ocorrências para saber se elas continuam nos mesmos locais. A ideia é saber qual tem sido o efeito das ações preventivas e observar também se outras ruas viraram alvos de crimes.

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