Patrimônio depredado

NOVA PRAÇA ROOSEVELT

O Estado de S.Paulo

13 de novembro de 2012 | 02h03

Gostaria de denunciar o descaso da Guarda Civil Metropolitana (GCM) e da Prefeitura com a novíssima Praça Roosevelt. Desde que foi inaugurado, o local tem sido alvo de vandalismo por parte de skatistas, que destroem os bancos, amassam os corrimãos e impedem o tráfego de pedestres. Diversas vezes contatei a GCM, que diz que nada pode fazer. Segundo eles, queixas devem ser feitas à associação de amigos da praça. Tentei acessar o site da entidade, mas não há um e-mail de contato para denunciar o caso de depredação do patrimônio público.

FELIPPE MEDEIROS / SÃO PAULO

A Prefeitura informa que, em 5/11, foi entregue documento assinado pelas Ações Locais Roosevelt, Avanhandava e Nestor Pestana que sugere ações para a convivência de frequentadores e moradores da região. Dentre essas ações, destaca a construção de área para skate, entre a igreja e a Rua João Guimarães Rosa, com horário de funcionamento das 8 às 23 horas. Todos os órgãos envolvidos seguirão nas tratativas para que seja criado um conselho gestor, representado por moradores, comerciantes e frequentadores, Confederação dos Skatistas, Secretarias do Verde e Meio Ambiente, Esportes, Segurança Urbana, Polícia Militar e Subprefeitura Sé. A Secretaria Municipal de Segurança Urbana informa que vai apurar a queixa do leitor. Esclarece que a GCM possui uma base fixa na praça, que funciona 24 horas.

O leitor comenta: Há uma base fixa da GCM na parte de cima da praça, mas na parte de baixo, onde ocorre a depredação do patrimônio público, não fica ninguém. Quem vai reparar os bancos e os corrimões já danificados?

AMERICAN AIRLINES

Voo cancelado e descaso

Expresso minha indignação, insatisfação e revolta com a American Airlines (AA). Em 20/6 adquiri oito passagens de São Paulo para Miami para o dia 5/10 (voo AA 930), sem escalas. Dos oito bilhetes, seis eram para crianças. No dia do embarque, liguei para confirmar os assentos e fui informada de que o voo havia sido cancelado e, segundo a atendente, seria impossível realocar oito passageiros em outro voo daquele dia. Liguei na agência de viagens e esta nos encaixou num voo com escala e espera de 9 horas num aeroporto. Além de tudo isso, as milhas não foram creditadas na minha conta. Ou seja, perdemos também as milhas da viagem!

LUCIANA LUTFALLA / SÃO PAULO

A American Airlines informa que

o voo citado foi cancelado por

motivos técnicos. Sobre a pontuação de milhagem, solicita que a leitora entre em contato com o SAC da companhia para que as milhas sejam creditadas.

A leitora reclama: Enviei à American Airlines dos Estados Unidos a mesma queixa e quanta diferença! Enquanto a resposta daqui foi vaga, sem nem sequer um pedido de desculpas, a AA americana se desculpou pelo cancelamento e se mostrou disposta a resolver o problema das milhas. É incrível como somos maltratados no Brasil!

SKY - SÓ PROMESSAS

Sinal não foi transferido

Em agosto mudei de casa e solicitei à SKY a alteração do sinal de programação para o novo endereço. Desde então, nunca mais consegui reavê-lo. A empresa terceirizada da SKY para a minha região agendou a visita várias vezes, mas nunca apareceu. As desculpas são variadas: não acham o endereço; a região tem muitas árvores; está chovendo; o técnico não dá conta de tantas visitas... Não paguei a última fatura e agora a SKY se vale disso para me negar o serviço. Cansei!

URSULA METZ

/ ITAPECERICA DA SERRA

A SKY diz que realizou os devidos acertos financeiros referentes

ao período em que o sinal ficou

indisponível. A leitora ficou ciente da solicitação de prioridade no atendimento técnico.

A leitora relata: Um técnico me ligou dizendo que não seria possível instalar a antena, porque no local há muitas árvores - e como os vizinhos têm a antena? Ele ficou de voltar, mas não apareceu na data marcada.

DECISÃO NÃO ACATADA

Medicamento em falta

O que se espera de um país em que uma decisão judicial é ignorada? É o que está acontecendo comigo. Pago impostos, mas, quando preciso de um remédio de alto custo, tenho de entrar na Justiça. Dei entrada e tive o pedido deferido, mas os órgãos responsáveis não cumprem a decisão. Apenas dizem: "Não há previsão de entrega do referido medicamento". Ser correto está fora de moda? Cumprir com deveres e direitos da Constituição também está fora de moda?

MEIRE R. DA SILVA / SÃO PAULO

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