Evelson de Freitas/AE
Evelson de Freitas/AE

Patins estão de volta com força total

Além do modelo convencional, há versões turbinadas para velocidade e manobras radicais

Valéria França, O Estado de S.Paulo

20 de agosto de 2011 | 00h00

Patinar voltou à moda. Quem já praticou na infância retornou ao esporte e quem nunca arriscou resolveu aprender. O instrutor Corvo, de 39 anos, costumava dar aulas só para crianças nos fins de semana no Parque do Ibirapuera, zona sul de São Paulo. "Elas vinham acompanhadas dos pais. Agora, são eles que fazem as aulas."

A designer de interiores Tianna Aguiar Guzzi, de 32 anos, começou a treinar há 1. E se deu tão bem que deixou de correr para deslizar sobre rodas no Parque do Ibirapuera ao menos quatro vezes por semana. "Tem quem pense que é esporte de preguiçoso, mas queimo tanta caloria quanto na corrida." De óculos Ray-Ban, top e legging preta, a modelo Celina Locks, de 20 anos, também adotou o patim como um jeito fashion e divertido de entrar em forma.

Longe dos parques, há grupos menos arrumadinhos que usam muros e bancos das ruas como pista de obstáculo para manobras. Há também paulistanos que curtem balada de patins. Hoje, na zona leste, por exemplo, tem a Roller Night, no Espaço São Paulo, ao som de músicas das décadas de 1970 e 1980.

Modelos. Antes de tudo, é preciso saber escolher o modelo certo. Tianna e Celina usam o de passeio, para chão liso. A primeira preferiu a marca francesa Oxelo. Pagou R$ 319. Por um preço parecido, Celina comprou um Rollerblade.  

"Para um terreno acidentado, como o das ruas da cidade, o ideal é o street ou o agressive", diz Luis Morcegão, de 37 anos, líder de um grupo de rollers, que organiza passeios noturnos. A próxima saída da turma será dia 27, às 23 horas, do Extra da Avenida Juscelino Kubitschek. Há modelos ainda para velocidade, e outros mais específicos, para velocidade em descida. "Se a ideia for encarar o chão de terra, existe o modelo off-road", diz Corvo. "Com rodas de pneus."

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